
Para fechar com chave de ouro essa cobertura da #AFazenda3, segue abaixo algumas considerações sobre a final do programa. Acompanhe:
• Não assisto a versão brasileira de “Ídolos”, porque creio que o programa não valoriza o artista, tanto os participantes, quanto quem ganha. Mas, ao ver o vencedor da edição 2010 cantando na final de #AFazenda3, pensei: ele canta igual o Zezé de Camargo e tem a postura de palco do Luan Santana. Como é que ele venceu o reality sem identidade musical? #suspeito
• O menino canta bem: inclusive a música dele tocou bastante na Fazenda. Mas, ele não tem perfil de um vencedor do “Ídolos”. Me desculpe, mas é uma opinião pessoal. Quem já assistiu o “American Idol” ou “X-Factor” sabe do que estou falando. Vencedor de reality show musical tem que surpreender musicalmente, e não fazer o mais do mesmo.
• Peço a Deus que abençoe a cabeça dos próximos redatores da quarta edição de “A Fazenda”. Essa história de colocar bordões no texto do Britto Jr. e ele apontando o dedo para quem vai sair (ou ganhar) é muito chato. Criatividade, gente! Sou defensor do Britto: ele é bom apresentador. Mas é mal orientado. Ao invés dele criar uma identidade bacana, está queimando o filme, o que é uma pena.
• O bom dessa terceira edição foi a Record fixar um horário único para o reality, que não sambou pela grade de programação, como nas edições passadas. O horário das 23h deu certo! Em contra-partida, a overdose de "A Fazenda" nos programas "Hoje em Dia", "Legendários" e "Programa do Gugu", ainda precisa ser melhor avaliada. Viver do sucesso alheio tem prazo de validade!
• E por falar em roteiristas, tomara que na #AFazenda4 eles consigam amarrar as histórias e saber criar novelinhas com os conflitos vividos pelos participantes. No início do programa, onde acontecia um barraco atrás do outro, quem não via pelo @PortalR7 achava que os Ovelhas eram os perseguidos, os Avestruzes os vilões e nos Coelhos só tinham leva-e-traz. Como personagens, os participantes foram mais do que isso: foram humanos e viveram as emoções do programa de forma bastante intensa. E a equipe que roteiriza o programa perdeu várias oportunidades, infelizmente.
• Porque o Detonautas só cantou uma música na final do programa? Não entendi, sinceramente. Afinal, o músico Tico Santa Cruz participou do reality.
• O Rodrigo Carelli, diretor de “A Fazenda”, precisa ter umas aulas de traquinagem com o Boninho. Não adianta fazer a linha discreta e esperar que os participantes façam a história do programa. Se o marasmo tomar conta, tem que intervir e estimular a disputa entre os participantes, principalmente entre os finalistas. Se não fosse a última festa do programa, eu queria ver o que os editores iriam colocar no ar: NADAAA!!!
• Tirar o voto dos participantes e do fazendeiro foi uma das piores coisas que eu já vi em um reality de confinamento. E depois quer os participantes entrem em conflito? Ah, tá...senta ali Claudia...rs. Tem que ter voto dos participantes até na reta final, prova do fazendeiro, voto do fazendeiro, imunidade e a tão sonhada repescagem, onde o público colocaria – faltando três semanas para acabar o programa, um participante que já foi eliminado. Já pensou como isso ia causar conflito?
• Momento Mastercard: a cara de Zé dágua do Sérgio Abreu quando o Britto apontou o cheque para o Daniel. Valeu as últimas semanas de marasmo do reality.
• Que venha o #BBB11! Tô com saudade das traquinagens do Boninho e do texto do Bial. Essa edição promete!!!
Veja também:
» A Fazenda 3 – Daniel Bueno é o grande vencedor
» A Fazenda 3 – O perfil dos Finalistas
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Wander Veroni
Jornalista
• Não assisto a versão brasileira de “Ídolos”, porque creio que o programa não valoriza o artista, tanto os participantes, quanto quem ganha. Mas, ao ver o vencedor da edição 2010 cantando na final de #AFazenda3, pensei: ele canta igual o Zezé de Camargo e tem a postura de palco do Luan Santana. Como é que ele venceu o reality sem identidade musical? #suspeito
• O menino canta bem: inclusive a música dele tocou bastante na Fazenda. Mas, ele não tem perfil de um vencedor do “Ídolos”. Me desculpe, mas é uma opinião pessoal. Quem já assistiu o “American Idol” ou “X-Factor” sabe do que estou falando. Vencedor de reality show musical tem que surpreender musicalmente, e não fazer o mais do mesmo.
• Peço a Deus que abençoe a cabeça dos próximos redatores da quarta edição de “A Fazenda”. Essa história de colocar bordões no texto do Britto Jr. e ele apontando o dedo para quem vai sair (ou ganhar) é muito chato. Criatividade, gente! Sou defensor do Britto: ele é bom apresentador. Mas é mal orientado. Ao invés dele criar uma identidade bacana, está queimando o filme, o que é uma pena.
• O bom dessa terceira edição foi a Record fixar um horário único para o reality, que não sambou pela grade de programação, como nas edições passadas. O horário das 23h deu certo! Em contra-partida, a overdose de "A Fazenda" nos programas "Hoje em Dia", "Legendários" e "Programa do Gugu", ainda precisa ser melhor avaliada. Viver do sucesso alheio tem prazo de validade!
• E por falar em roteiristas, tomara que na #AFazenda4 eles consigam amarrar as histórias e saber criar novelinhas com os conflitos vividos pelos participantes. No início do programa, onde acontecia um barraco atrás do outro, quem não via pelo @PortalR7 achava que os Ovelhas eram os perseguidos, os Avestruzes os vilões e nos Coelhos só tinham leva-e-traz. Como personagens, os participantes foram mais do que isso: foram humanos e viveram as emoções do programa de forma bastante intensa. E a equipe que roteiriza o programa perdeu várias oportunidades, infelizmente.
• Porque o Detonautas só cantou uma música na final do programa? Não entendi, sinceramente. Afinal, o músico Tico Santa Cruz participou do reality.• O Rodrigo Carelli, diretor de “A Fazenda”, precisa ter umas aulas de traquinagem com o Boninho. Não adianta fazer a linha discreta e esperar que os participantes façam a história do programa. Se o marasmo tomar conta, tem que intervir e estimular a disputa entre os participantes, principalmente entre os finalistas. Se não fosse a última festa do programa, eu queria ver o que os editores iriam colocar no ar: NADAAA!!!
• Tirar o voto dos participantes e do fazendeiro foi uma das piores coisas que eu já vi em um reality de confinamento. E depois quer os participantes entrem em conflito? Ah, tá...senta ali Claudia...rs. Tem que ter voto dos participantes até na reta final, prova do fazendeiro, voto do fazendeiro, imunidade e a tão sonhada repescagem, onde o público colocaria – faltando três semanas para acabar o programa, um participante que já foi eliminado. Já pensou como isso ia causar conflito?
• Momento Mastercard: a cara de Zé dágua do Sérgio Abreu quando o Britto apontou o cheque para o Daniel. Valeu as últimas semanas de marasmo do reality.
• Que venha o #BBB11! Tô com saudade das traquinagens do Boninho e do texto do Bial. Essa edição promete!!!
Veja também:
» A Fazenda 3 – Daniel Bueno é o grande vencedor
» A Fazenda 3 – O perfil dos Finalistas
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Wander Veroni
Jornalista

Se o programa fosse um gincana para premiar o melhor trabalhador da fazenda, Sérgio Abreu ganharia facilmente. Porém, algumas pessoas esquecem que a vida no campo é apenas um pano de fundo desse reality de convivência, onde os participantes disputam a empatia do público toda semana. Só na reta final que Sérgio Abreu se permitiu fazer amizades com os outros participantes e se abrir mais para as coisas que aconteciam na Casa. Acredito que se os Ovelhas não tivessem sido tão arrogantes, teriam conseguido trazer o público para o lado deles. Mas, foi na roça do Tico, do Abreu e do Carrasco, onde eles foram para dispensa e resolveram comer boa parte da comida para não sobrar nada para quem ficou na sede que a máscara caiu. Ficou claro do quanto esse discurso de politicamente correto era blefe. Ah, você não viu ou não lembra desse episódio? Essa cena na íntegra só passou no R7, desculpa.


Atualmente, temos: Sérgio de Abreu (um dos favoritos do público para ganhar essa edição, bom peão e passou 90% do programa dedicado ao hábito da leitura); Daniel Bueno (modelo boa pinta, estilo cigano Igor, que tem uma torcida expressiva entre a mulherada e o público gay); Lisi Benitez (ex-Panicat que movimenta a torcida entre algumas celebridades no Twitter) e Luisa Gottschalk (participante samambaia que tem engordado de forma assustadora e foi coadjuvante do Tico Santa Cruz na briga com o Dudu).
Não dá para acreditar!!! Para piorar ainda mais a situação, enche o roteiro do programa com clichês insuportáveis na boca do Britto Jr.: “Abram-se as porteiras da Fazenda. Bem vindo ao Show!”; “Chegou a hora da fogueira das verdades”; “O bicho vai pegar, daqui a pouco”; “Ah, e o bicho está de olho nos dois milhões”; “Chove muito em Itu”. Poupe-me!

Considerações:
» Considerações:
Com a saída de Nany People, Carol e Andressa formaram uma dupla dinâmica no programa. Amigas inseparáveis de conversas, fofocas e atividades, as duas já se tocaram que é preciso jogar também com o telespectador, seduzindo-o com o bom humor, charme e closes bem generosos. Amigos até a página 2 e negócios à parte: a indicação de Viola mostrou bem que as duas não estão ali a passeio e souberam armar uma roça para que Melancia fosse coadjuvante e polarizasse a preferência do público apenas entre Viola e Janaína. Deu certo! Foi a roça mais inteligente até agora.
Em todo caso, Janaína Jacobina e seus rompantes de loucura ainda continuam no reality rural. E isso por si só já é um ingrediente necessário para que o “bicho continue pegando” dentro de 
Apesar de não me simpatizar muito com o jeito de jogar de Carrasco, o maquiador já havia alertado Nany que ela não tinha equipe. Dudu e Andressa – e de algumas semanas para cá a Carol, sempre foram mais da equipe Avestruz do que Coelho. E não deu outra. Agora não adianta chorar pelo leite derramado. A “Mamy” se foi. Com isso, para quem tinha dúvidas, as máscaras de Dudu e Janaína caíram de vez. No reality, não há vilões contra mocinhos. Apenas, vilões no “salve-se quem puder” pelo prêmio. Ali ninguém é santo!




