31 de outubro de 2014

UNA promove Semana de Mídias Sociais em Belo Horizonte

sexta-feira, outubro 31, 2014 - Nenhum Comentário


Entre os dias 10 a 13 de novembro, acontece em Belo Horizonte a Semana de Mídias Sociais no UNA. Gratuito, o evento é promovido pela graduação em Mídias Sociais e o MBA em Comunicação Digital do Centro Universitário UNA e será realizado no Teatro ICBEU, localizado na rua da Bahia, 1723, no bairro Lourdes.

De acordo com os organizadores, a proposta é promover uma semana de boas conversas sobre como estudantes, profissionais e empresas podem utilizar a internet como ferramenta de comunicação e de criação de relacionamentos. Para fazer a sua inscrição, clique aqui.

Entre os palestrantes convidados, estão a jornalista Raquel Camargo, da Agência Lhama.me, que irá falar sobre futurização em Mídias Sociais; Daniel Coquieri que vai desvendar os mistérios do Facebook Ads; o professor Gutenberg Almeida que vai palestrar sobre “O Poder das Conexões” nas redes; o jornalista Wander Veroni, do blog Café com Notícias, que vai falar sobre os “Novos tempos para os blogs”, entre outros.

Ainda, na quarta-feira (12/11), o jornalista e professor Luciano Andrade, coordenador do MBA UNA, fará um Hangout com Pri Loredo (especialista em marketing digital) sobre Humanização de Marcas e como as mídias sociais podem estreitar relacionamentos entre empresas e clientes (marcas e fãs). Abaixo, confira a programação:

Segunda-feira, 10/11:
19:00 - Raquel Camargo - Futurização da Mídias Sociais (lhama.me)
19:40 - Ayala Melgaço - Empreendedorismo nas Mídias Sociais (Mafalda Comunica)
20:10 - Bruno Borges - Panorama do mercado profissional

Terça-feira, 11/11:
19:00 - Daniel Coquieri - Facebook Ads (Ezlike)
19:40 - Alexandre Estanislau - desafio do mercado de comunicação (Abradi - Bolt)
20:10 - Bernardo Cançado - Mídias Sociais aplicadas (Circuito do Rock)

Quarta-feira, 12/11:
19:00 - (via web): Hangout com Pri Loredo - Humanização das Marcas
Importante: nesta data NÃO haverá programação no auditório

Quinta-feira, 13/11
19:00 - Gutenberg Almeida - O Poder das Conexões
19:40 - Ana Paula - O que as pessoas esperam das marcas nas mídias sociais (Open)
20:10 - Wander Veroni - Novos tempos para os blogs (Café com Notícias)





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Jornalista



Dilma não perdeu no Congresso, mas sim a participação popular no Brasil

sexta-feira, outubro 31, 2014 - 1 comentário
Foto: Site Brasil 247 / Reprodução.


Poucos dias depois da vitória de Dilma Rousseff (PT) nas #eleições2014 que a reconduziu para o 2º mandato como a primeira presidente reeleita da história do Brasil, a imprensa amplamente noticiou que Dilma teve a sua primeira grande derrota no Congresso Federal. O foco era noticiar que a petista foi reeleita, mas que não tinha apoio entre os deputados em Brasília-DF.

Mais do que tentar mostrar a fragilidade do governo neste 2º mandato em não conseguir adesão entre a maior parte dos legisladores, o fato é que a mídia tradicional omite que não foi a Dilma que perdeu no Congresso, mas sim a população brasileira. Há uma clara intensão do Congresso de não fazer a Reforma Política, muito menos de dar maior participação aos conselhos e movimentos sociais por meio do decreto de número 8.243, de maio de 2014, que formaliza a  Política Nacional de Participação Social.

O grande embate político hoje se chama Participação Popular. Imagina o povo podendo interferir diretamente na escolha de um ministro, secretário, diretor ou superintendente de órgãos públicos? Imagina o povo acolhendo ou derrubando propostas governistas ou neoliberalistas? Imagina o povo retirando de órgãos públicos os políticos ou servidores que não tem compromisso social? Tudo isso reflete diletantemente na perca de poder.






Alguns podem falar: mas isso já existe? Já. Alguns conselhos no Brasil possuem força de representação social, além de serem órgãos deliberativos. Mas não são todos. Alguns conselhos funcionam de fachada, outros até funcionam para valer, mas tem o ministro ou o secretário como presidentes. Daí pergunto: se um membro do governo está presidindo um conselho, como lutar por propostas que nem sempre vão de encontro ao clamor popular? Complicado.

É claro que o que estou apresentando neste texto é só a superfície do processo. Uma Reforma Política ou a aprovação de uma política que regulamenta os direitos e deveres dos conselhos e movimentos sociais implica diretamente na mudança de todo um esquema político que existe há anos no Brasil: a influência de cargos e a politicagem.

Há um grupo no nosso país que quer a desigualdade social e a volta de políticas mais neoliberais, de deixar o “mercado guiar a economia do país pelas suas mãos invisíveis e parciais”. O que eles esquecem é que todos nós fazemos parte do “povo brasileiro”. Deixar apenas uma parte (mais rica e abastada) comandar, definitivamente, não é Democracia.

Liderança

Dilma Rousssef (PT) foi reeleita presidente, mas tem uma bomba relógio no colo. Ela precisa reconquistar o apoio do Congresso e do Senado para ter o mínimo de governabilidade. Para isso, ela irá precisar escolher melhor os seus líderes de governo no Legislativo, alguém que consiga ter persona política suficiente para unir a coligação que a reelegeu até o final do mandato.

Em artigo publicado no seu blog no UOL, o jornalista Fernando Rodrigues lembra que Dilma já sinalizava perda de apoio política quando teve a derrota da aprovação do Código Florestal. De forma subliminar para uns ou clara para outros, historicamente, o Congresso e o Senado vem mandando o seguinte recado: não queremos perder PODER. Tudo que implica isso será derrubado.

Talvez esteja aí, o principal argumento da presidente Dilma quando evoca o plebiscito para a Reforma Política ou até mesmo uma constituinte. O povo precisa participar destas mudanças. E a imprensa precisa colocar a mão na consciência e entender que a participação popular é necessária para a condução deste processo de mudança. Mudança esta que foi reivindicada nas Manifestações de Junho do ano passado. Será que teremos que voltar para as ruas novamente?







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Jornalista



28 de outubro de 2014

#AFazenda7 mostra amadurecimento e se esforça para não deixar o reality show esfriar

terça-feira, outubro 28, 2014 - Nenhum Comentário


Quem acompanha #AFazenda desde a sua 1ª edição notou que o reality show mudou muito nesta atual temporada. E estas mudanças foram muito positiva para a dinâmica do Jogo, principalmente se compararmos com as temporadas anteriores. A disputa por R$ 2 milhões ganhou uma efervescência que instiga a inteligência dos participantes e do público.

A divisão em grupos, desde a 3ª temporada do reality, se mostrou acertada, mas a produção finalmente percebeu que não é só isso que movimenta o Jogo. A extinção do Desafio Semanal, por exemplo, que foi substituído pela Prova da Chave fez com que os participantes não se acomodassem na mesmice do confinamento.

Quem ganha a Chave conquista o direito de abrir uma arca que possui três envelopes que podem mudar os rumos do Jogo durante a votação – o que permite a produção e o público interferirem diretamente na disputa. Mais interativa, o público agora decide por meio das hashtags #AFazendaABRE e a #AFazendaNÃOABRE qual dos três envelopes da urna será aberto. E isso deixa os participantes perdidos entre a rejeição ou a proteção do telespectador do reality.

Uma das melhores mudanças adotadas em #AFazenda foi a Prova do Fazendeiro (líder da semana que recebe imunidade na votação). Só consegue concorrer à prova quem for um dos três indicados pelos colegas para sair do programa.

Virou uma espécie de repescagem misturada com vingança, o que fez nesta temporada alguns grupos preferirem ter um participante na Roça (possível eliminação) para poder lutar pela liderança e, com isso, fazer com que o seu grupo consiga passar para a próxima semana no Jogo.
Foto: TV Record / Reprodução.

Assim como qualquer outro reality show de confinamento, #AFazenda é um jogo de comprometimento. Compromisso com os animais, com os afazeres da vida na roça e, sobretudo, com a permanência no Jogo. E mesmo que a audiência do programa – e o seu faturamento não estejam tão bom quanto nos primeiros anos, o fato é que #AFazenda7 entra para história dos realitys brasileiros pela organização.

Mesmo com algumas provas chupadas de realitys de aventura estrangeiros, esta temporada tem mostrado um nível de criatividade que impressiona. Tudo muito bem executado. E a inovação não para por aí: pela primeira vez #AFazenda conseguiu formar uma equipe só com os vilões no jogo que, curiosamente, estão na equipe Ovelha.

Para quem gosta de reality show de confinamento, #AFazenda7 tem se superado a cada edição. E esse novo frescor começou pela mudança do pacote gráfico, do cenário e, sobretudo, pelo amadurecimento do apresentador Britto Jr. que está muito mais leve na condução do programa do que nos anos anteriores. #AFazenda pode não ter a mesma audiência da temporada de estreia, mas a sua sétima edição é sem dúvida uma das melhores temporadas já exibida até então.







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Jornalista





Brasil tem o quinto “YouTube Space” do mundo em parceria com o Instituto Criar

terça-feira, outubro 28, 2014 - Nenhum Comentário
Foto: Canal Tech / Reprodução.


Considerado como um dos maiores investimentos da Google Inc. para a profissionalização dos canais do YouTube, a Google acaba de lançar no Brasil o quinto YouTube Space do mundo. Desde segunda-feira (27/10), o espaço está funcionando apenas para convidados e a previsão é que até fim de novembro o local esteja aberto para o público.

Localizado no bairro do Bom Retiro, em São Paulo, o YouTube Space é um centro de produção de conteúdo para audiovisual que oferece uma estrutura básica de equipamentos de filmagem, luz e som para que canais brasileiros profissionais do YouTube (e que tenham mais de mil inscritos) possam produzir e melhor os próprios vídeos. 

As instalações em São Paulo são o quinto escritório do YouTube Space no mundo, depois de Los Angeles, Londres, Tóquio e Nova York. O local funciona de forma colaborativa, como se fosse uma grande oficina, e permite que produtores de canais distintos possam trocar ideias. Para saber dicas de como montar um canal de sucesso, clique aqui.
Fotos: Canal Tech / Reprodução.

O YouTube Space aqui no Brasil possui a parceria do Instituto Criar, fundada pelo apresentador Luciano Huck. O Criar há mais de dez anos capacita jovens de comunidades carentes e de situação de vulnerabilidade social para ensiná-los o ofício de aprender a fotografar, filmar, dirigir e escrever, tanto em TV, quanto em cinema.

O YouTube é o segundo maior mecanismo de busca do mundo, atrás somente do próprio Google. Possui 1 bilhão de visitantes únicos por mês, o que representa quase 40% de todas as pessoas que estão na internet.

Atualmente, mais de 6 bilhões de horas de vídeo são vistas por mês no YouTube, e a plataforma recebe cerca de 300 horas de novos vídeo por minuto. No Brasil, o segundo maior país em número de pessoas que acessam o YouTube, são mais de 60 milhões de visitantes mensais, segundo dados da comScore. Os brasileiros conectados assistem a uma média de oito horas por semana de vídeo on-line.






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Jornalista



Anvisa estabelece que medicamentos similares serão equivalentes aos de marca

terça-feira, outubro 28, 2014 - Nenhum Comentário
Foto: Portal R7 / Reprodução.


A partir de 1º de janeiro de 2015, todos os medicamentos similares no mercado farmacêutico brasileiro serão equivalentes aos de marca consagradas de laboratórios privados. De acordo com a nova regra, os similares que já tenham comprovado equivalência com o medicamento de referência da categoria poderão declarar na bula que são substitutos aos de marca.

Esta nova determinação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) foi oficializada por meio da publicação da Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) Nº 58/2014 no Diário Oficial da União, na última segunda-feira (13/10).

A resolução reforça também que até o final de 2014 todos os medicamentos similares do mercado serão tecnicamente iguais aos produtos de referência. Ainda, a Anvisa pretende manter uma lista atualizada dos similares intercambiáveis para orientar médicos, farmacêuticos e pacientes sobre quais produtos possuem equivalência já comprovada na Agência.

Mas, você sabe qual é a diferença das três categorias de medicamentos? O medicamento de referência é aquele que é inovador, registrado na Anvisa e comercializado no país, cuja eficácia, segurança e qualidade foram comprovadas cientificamente através de apresentação de estudos clínicos.

Já o medicamento similar é aquele que contém o mesmo ou os mesmos princípios ativos, apresenta mesma concentração, forma farmacêutica, via de administração, posologia e indicação terapêutica, e que desde 2003 passou a comprovar a equivalência com o medicamento de referência registrado na Anvisa. Hoje representam 24% do mercado nacional.

E, por último, o medicamento genérico é aquele que contém o mesmo princípio ativo, na mesma concentração, forma farmacêutica, via de administração, posologia e com a mesma indicação terapêutica do medicamento de referência. Atualmente, respondem por 37% do mercado nacional.







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Adaptado por Giselle Carvalho | Imagem Header Crédito Psyho .
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