23 de outubro de 2014

Belo Horizonte realiza a 4ª edição da Bienal do Livro de Minas

quinta-feira, outubro 23, 2014 - Nenhum Comentário


Entre os dias 14 a 23 de novembro, será realizado no Expominas, em Belo Horizonte, a 4ª edição da Bienal do Livro de Minas. Com a proposta de aproximar o público do mundo literário, o evento conta com uma programação diversificada que mescla debates e lançamentos de livros voltados para toda a família. Para conferir a programação completa, clique aqui.

Entre os palestrantes convidados do Café Literário da Bienal, sob a curadoria do escritor João Paulo Cuenca, estão os jornalistas Edney Silvestre e Miriam Leitão; o ator, escritor e humorista Gregório Duvivier; o escritor Marçal Aquino; a escritora Thalita Rebouças; a cantora Adriana Calcanhotto, entre outros. Paralelamente, a Bienal do Livro de Minas irá homenagear o escritor e educador mineiro Rubem Alves, morto em julho deste ano.

Além de um amplo espaço para uma feira de livros, o público também poderá conferir a Bienal dos Quadrinhos. Sob a curadoria dos quadrinhistas Afonso Andrade e Eduardo Damasceno, o espaço irá trazer as últimas novidades do mercado de HQ’s, além de lançamentos, improvisações e sessões de autógrafos com profissionais consagrados na área.

De acordo com os organizadores, a Bienal conta com a participação de 160 expositores - entre os maiores livreiros e editores do país, e espera receber um público de aproximadamente 250 mil pessoas, incluindo os 46 mil estudantes já cadastrados no Projeto de Visitação Escolar. Já para quem mora no interior de Minas, é possível organizar uma caravana para visitar a Bienal do Livro.
Foto: Blog Letras e Versos / Reprodução.

Segundo a diretora de Negócios da Fagga, Tatiana Zaccaro, que realiza a Bienal em parceria com a Câmara Mineira do Livro, o evento irá investir ainda mais em atrações culturais e conta com um orçamento de R$ 5,17 milhões, o que representa 20% superior ao da última edição. A previsão é que mais de R$ 17 milhões em negócios sejam gerados.

“Este ano investimos ainda mais na programação cultural da Bienal. Vamos oferecer aos visitantes uma grade de atividades bem diversificada, para todos os públicos. Nosso objetivo é que os visitantes de todas as idades venham se divertir e que saiam com muitas histórias para contar”, afirma Tatiana Zaccaro.

Para a presidente da Câmera Mineira do Livro, Rosana Mont'Alverne, a Bienal do Livro de Minas já se firmou como o principal acontecimento editorial de Minas, além de contribuir para o aquecimento do setor. “São valiosas oportunidades de negócios, troca de experiências e ampliação da rede de contatos entre editores, divulgadores, distribuidores, livreiros, autores, ilustradores e, claro, o público que lota o Expominas. Faremos, uma vez mais, da nossa Bienal a hora e vez do público e do mercado mineiro", enfatiza. 

A 4ª edição da Bienal do Livro de Minas será realizada de segunda a sexta-feira, das 9h às 22h, e das 10h às 22h, nos fins de semana. Os ingressos serão vendidos a R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia-entrada, benefício concedido aos maiores de 60 anos, estudantes de ensino fundamental, médio ou superior da rede pública ou particular de ensino e pessoas com necessidades especiais).







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Wander Veroni
Jornalista



21 de outubro de 2014

#CaféLiterário: Livro “Junho de 2013 – A sociedade enfrenta o Estado” analisa o impacto das manifestações

terça-feira, outubro 21, 2014 - Nenhum Comentário


Quais foram os impactos das manifestações de Junho no Brasil? Para muitos estudiosos, a resposta desta pergunta ainda está sendo construída. Mas, mesmo assim, se faz necessário refletir sobre esta mobilização popular que parou o país após quase 30 anos de democracia plena. Para ajudar a entender este fenômeno, a Summus Editorial lança o livro Junho de 2013 – A sociedade enfrenta o Estado.

Organizado pelo cientista político Rubens Figueiredo e escrito por Bernardo Sorj, Denis Rosenfield, José Nêumanne Pinto, Marcelo S. Tognozzi, Ney Figueiredo, Roberto Macedo, Rogério Schmitt e Túlio Khan, o livro uma contribuição para o aprofundamento da análise daquela que foi, provavelmente, a mais complexa e difusa manifestação popular de que se tem notícia no Brasil.

Os 10 capítulos contemplados no livro foram escritos, quase todos, no segundo semestre de 2013 e refletem o clima da mais absoluta surpresa que tomou conta da sociedade. “É como descrever um furacão sendo levado pelo vendaval”, diz o organizador Rubens Figueiredo.

O primeiro capítulo traz uma linha do tempo que relembra os principais acontecimentos daquele mês de junho, situando os leitores na perspectiva do momento. “É interessante observar a sequência dos fatos e a reação errática das autoridades e das próprias lideranças das manifestações, que a certa altura do processo confessaram não ter mais controle sobre o que estava acontecendo”, lembra Figueiredo.

Em seguida, no segundo capítulo, ele explica o ânimo da opinião pública naquela época e desenvolve hipóteses sobre os fatores que podem ter contribuído para a explosão social e sobre os motivos de irritação da sociedade, entre eles a questão do “inferno da vida privada” e da “escalada da esperteza governamental”.
Foto: Blog Grupo GEDIS / Reprodução.

O economista Roberto Macedo faz, no terceiro capítulo, uma análise dos aspectos econômicos relacionados às manifestações, apresentando dados sobre a urbanização no Brasil e mapeando os investimentos do governo federal nas mais diferentes áreas.

No quarto capítulo, o consultor Ney Figueiredo lança luzes sobre a participação dos empresários durante as manifestações, mostrando a omissão completa desse segmento durante os momentos mais críticos dos episódios que mobilizaram a atenção nacional.

“Todo eleitor é um eleitor.com”, afirma o jornalista e especialista em redes e mídias sociais, Marcelo Tognozzi, ao iniciar o quinto capítulo. Apoiando-se em dados de pesquisa, ele faz uma tipologia do usuário das redes sociais e defende a ideia de que se está criando um ambiente mais propício para fazer política no mundo virtual.

Para o autor, esse tipo de mobilização e manifestação não tem líderes, mas ativadores. Já para o cientista social Bernard Sorj, que assina o sexto capítulo, a grande novidade para uma geração acostumada a viver no mundo virtual foi a rua – e não a internet.

No sétimo capítulo, o jornalista multimídia José Nêumanne Pinto interpreta os acontecimentos de junho, com destaque para as reações das autoridades. Ele analisa o zigue-zague governamental, mostrando que o governo atuava a esmo, sem ter a mínima noção do que se passava de fato na sociedade.

Em seguida, no oitavo capítulo, um dos maiores especialistas do Brasil na área de estudos sobre a criminalidade e violência, Tulio Kahn, analisa as questões relacionadas à segurança pública que estiveram presentes nos episódios de junho.

Na sequência, o filósofo gaúcho Denis Rosenfield faz uma reflexão crítica acerca do PT e da estrutura política brasileira. O autor insere em sua análise a crise das instituições políticas tradicionais, como partidos, sindicatos e até os movimentos sociais mais conhecidos, que ficaram à margem das manifestações. No décimo e último capítulo, o cientista político Rogério Schmitt faz uma esclarecedora análise da participação dos jovens na população e na política brasileira.







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Jornalista




Chikungunya causa febre e pode ser transmitida pelo Aedes aegypti

terça-feira, outubro 21, 2014 - Nenhum Comentário


Na última segunda-feira (20/10), a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) confirmou o segundo caso de Febre Chikungunya em Minas, mais precisamente em Coronel Fabriciano, na região do Vale do Aço. A primeira notificação aconteceu na cidade de Matozinhos, na Grande Belo Horizonte, na última segunda-feira (13/10). Até o início de outubro, o Ministério da Saúde registrou 212 casos da doença espalhados por várias regiões do país. Mas, você sabe o que é o Chikungunya?

Trata-se de uma doença infecciosa febril transmitida pelos mosquitos Aedes albopictus e Aedes aegypti, sendo esse último responsável também pela transmissão de Dengue no Brasil. Entre os principais sintomas é uma febre muscular que causa bastante desconforto nas articulações e, se não tratada de forma adequada, pode causar sequelas.

Segundo a SES-MG, o termo Chikungunya significa “aqueles que se dobram” em swahili, um dos idiomas da Tanzânia e refere-se à aparência curvada dos pacientes que foram atendidos na primeira epidemia documentada naquele país, localizada no leste da África.

Alguns especialistas alertam também que os casos de Febre Chikungunya podem ser registrados distúrbios vasculares periféricos, como a síndrome de Raynaud. Além dos sintomas físicos, podem aparecer sintomas depressivos, cansaço geral e fraqueza.

O vírus é transmitido pela picada da fêmea de mosquitos infectados. O mosquito adquire o vírus ao picar uma pessoa infectada, durante o período de viremia, ou seja, um dia antes do aparecimento da febre até o quinto dia de doença, quando a pessoa ainda tem o vírus na corrente sanguínea.

Depois de um período de incubação médio de dez dias, o mosquito torna-se capaz de transmitir o vírus a um humano. E após a picada de um mosquito infectado, os sintomas da doença tipicamente aparecem após um período médio de 3 a 7 dias na pessoa.

“Os sintomas são muito parecidos com os da dengue, como dores no corpo, nas articulações, febre acima dos 38,5°. Mas o que a torna a Febre Chikungunya mais perigosa são as fases em que ela pode se apresentar: aguda, que é fase mais simples; a subaguda que pode durar por três meses e a fase crônica, que pode se manifestar por meio de fortes dores articulares mesmo depois do tratamento”, explica a coordenadora Estadual do Programa de Controle Permanente da Dengue da dengue da SES-MG, Geane Andrade.








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Wander Veroni 
Jornalista





Betim recebe apresentações de teatro e dança no Circuito Unimed-BH

terça-feira, outubro 21, 2014 - Nenhum Comentário
Praça Milton Campos, na área central de Betim. Foto: Site Nossa Betim / Reprodução.


No próximo sábado (25/10), acontece na Praça Milton Campos, em Betim, na Grande Belo Horizonte, apresentações de teatro e dança que fazem parte do Circuito Unimed-BH. A partir das 17h, o local se torna palco para a encenação de dois espetáculos da Associação Cultural Casa do Beco: O Morro do Pássaro Falante e Estima. As apresentações são gratuitas.

A peça O Morro do Pássaro Falante é resultado da primeira edição da oficina teatral “Gerações”, oferecida pela Casa do Beco. Os participantes, em sua maioria moradores do Aglomerado Santa Lúcia, em Belo Horizonte, passaram por todo processo de montagem do espetáculo: pesquisa de personagens, criação do texto, preparação corporal, iniciação teatral de interpretação, criação de figurino e produção.

Já o espetáculo Estima mostra o encontro de quatro personagens emblemáticos: um garoto, uma mulher, um jovem e um homem. O espetáculo se constrói ainda com a participação de outros elementos, também emblemáticos: o transeunte, o público - os movimentos, as coreografias e sua própria estrutura.
Atores em cena durante a peça "O Morro do Pássaro Falante". Foto: Divulgação.

Cada apresentação se transforma a partir do nível de envolvimento que o espectador tem com as intervenções propostas pelos dançarinos. Apenas com os movimentos dos corpos, sem qualquer cenário, Estima é uma proposta de intervenção urbana na rotina do caos das ruas e praças por onde circular.

A apresentação nasceu em 2012. Nesta época, a Casa do Beco foi procurada por jovens dançarinos de danças urbanas que desejavam ampliar a pesquisa artística da instituição para além do teatro. Após muitas coreografias, conversas, pesquisas, treinamentos e planejamentos, a Cia Movimento do Beco se oficializa com seu primeiro espetáculo, Estima







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Jornalista



"Alto Astral" quer falar de um jeito irreverente sobre espiritualidade

terça-feira, outubro 21, 2014 - Nenhum Comentário


Você acredita em espíritos? Este é o mote da nova novela das sete da Rede Globo, Alto Astral, que estreia no dia 03 de novembro. Com uma aposta no romantismo e no bom humor, o folhetim já chega ao ar com a dura missão de alavancar a audiência do horário que está em queda livre desde Tempos Modernos (2010).

Alto Astral é uma história original da falecida roteirista Andrea Maltarolli, autora da novela Beleza Pura (2008), que faleceu de câncer em 2009. Antes de partir, ela tinha deixado seis capítulos escritos da trama para apreciação do setor de teledramaturgia da Globo. Foi então que Silvio de Abreu resolveu homenageá-la e convidou o roteirista Daniel Ortiz para desenvolver a história. A novela conta com a direção geral de Jorge Fernando.

“Para mim é uma honra poder dar sequencia a um trabalho da Andreia sob a supervisão de texto do Silvio de Abreu. Vamos fazer uma novela leve, romântica, divertida, tratando de forma irreverente a espiritualidade na TV. Espero que o público goste, porque todos nós já estamos apaixonados pela novela”, conta Daniel Ortiz, que já trabalhou como colaborador de Silvio no remake de Guerra dos Sexos.
O roteirista Daniel Ortiz, autor de "Alto Astral", escreve a sua primeira novela como autor principal. Foto: TV Globo / Reprodução.

Prevista inicialmente para 2011, Alto Astral ficou por um tempo na gaveta porque a novela Escrito nas Estrelas abordava a temática espírita e Amor à Vida tinha como principal pano de fundo um hospital. "Fiz a supervisão de Beleza Pura para a Andrea Maltarolli e ela tinha a ideia dessa novela divertida com espíritos. Ela faleceu, mas eu achei que esse projeto deveria ser levado adiante. As novelas das seis tratavam muito de espiritismo então postergamos e esperamos a melhor oportunidade", diz Silvio de Abreu.

A novela é a segunda empreitada de Sérgio Guinzé como herói romântico e a primeira como protagonista. Alto Astral também marca a estreia da atriz e ex-repórter do CQC, Mônica Iozzi. Ela, que entrará na trama por volta do capítulo 40, viverá uma patricinha louca por moda. Outra estreia é a da Banda Malta, vencedora da 1ª edição do reality SuperStar, que terá a música “Diz Pra Mim” na trilha sonora. Já “Alma”, sucesso da Zélia Duncan, será o tema de abertura de Alto Astral.

Fantasmas

Alto Astral é uma comédia romântica em que um jovem médico Caíque (Sérgio Guizé) tem o dom de ver e falar com espíritos e isso causa muitas confusões na vida dele. Desde criança, ele faz o desenho de o rosto de uma mulher e, num belo dia, ele encontra esta moça, graças à ajuda de um desses espíritos. Para ver o trailer da novela, clique aqui.

A novela se passa em uma cidade fictícia no interior de São Paulo. Caíque é filho de Maria Inês (Christiane Torloni) e meio-irmão de Marcos (Thiago Lacerda), um mau caráter que tem um caso com Sueli (Débora Nascimento) e vive às voltas com a médica charlatã Samantha (Cláudia Raia), que é ressentida pelo fato de ter perdido seus poderes paranormais.

Paralelo às amantes, Marcos é noivo da mocinha Laura (Nathália Dill), uma jornalista batalhadora que sustenta o avô Vicente (Otávio Augusto) e os irmãos Gustavo (Guilherme Leicam) e Beatriz (Raquel Fabbri). O conflito principal da trama começa quando Caíque se apaixona por Laura, vivendo um grande embate com o irmão.
Thiago Lacerda, Nathália Dill e Sérgio Guizé formam o triângulo amoroso de "Alto Astral". Fotos: TV Globo / Divulgação.

Além do noivo vilão, Laura ainda convive com outro antagonista. Gustavo é um atleta de saltos ornamentais perigoso e egocêntrico que é capaz de tudo para conseguir o que quer. Sua maior ambição é se tornar um treinador, é para isso tentará derrubar Ricardo (Nando Rodrigues), seu mestre e grande rival. Além dele, estarão em sua mira os atletas César (Alejandro Claveaux) e Israel (Kayky Brito).

Israel é um rapaz do bem que se apaixona pela mocinha Gabriela (Sophia Abrahão), uma universitária idealista que ainda é admirada por outros rapazes. Essa popularidade é alvo da inveja de Bélgica (Giovanna Lancellotti), irmã de Israel. Eles são filhos de Manoel (Leopoldo Pacheco), irmãos de Afeganistão (Gabriel Godoy) e Itália (Sabrina Petraglia), e enteados da divertida Tina (Elizabeth Savalla).

Alto Astral foca também na vida do empresário Marcelo (Edson Celulari), pai de Ricardo e marido de Úrsula (Silvia Pfeifer). Ele vai conhecer e se render aos encantos de Maria Inês, para a ira de sua esposa. E quem promete agitar a trama é perua e ex-miss Kitty (Maitê Proença), que volta da Europa falida e tenta arranjar um marido rico para a filha, a patricinha Scarlet (Mônica Iozzi).







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Adaptado por Giselle Carvalho | Imagem Header Crédito Psyho .
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