23 de julho de 2014

33ª Exposição Nacional Mangalarga Marchador em Belo Horizonte

quarta-feira, julho 23, 2014 - Nenhum Comentário
Foto: Site Brasil Hipismo / Reprodução.


Fortalecer a criação nacional de cavalos Mangalarga Marchador e gerar um espaço propício para os negócios de equinocultura. Esta é a proposta da 33ª Exposição Nacional Mangalarga Marchador, promovido pela Associação Brasileira dos Criadores do Cavalo Mangalarga Marchador (ABCCMM) que, este ano, comemora 65 anos de atividade.

O evento acontece do dia 23 de julho a 02 de agosto, de 08h às 22h, no Parque de Exposições do Expominas (Parque da Gameleira), em Belo Horizonte. Entre os destaques da programação deste ano, haverá atrações para as crianças como a minifazendinha, show de César Menotti & Fabiano na abertura oficial do evento, concursos de marcha, julgamentos, campeonatos, provas funcionais e sociais com os cavalos, exposições de artes visuais e palestras sobre equinos.

Já para quem gosta de montaria, durante toda a exposição haverá o Test Ride no qual os visitantes terão a oportunidade de experimentar a montaria em cavalos da raça. Ainda, na Casa do Criador haverá uma programação exclusivamente feminina, onde as esposas dos criadores poderão participar de palestras, exposições, sessões de massagens e compras. Para ver a programação completa, clique aqui.

O ingresso para a 33ª Exposição Nacional Mangalarga Marchador custa R$ 6, meia-entrada R$ 3 e crianças até 12 anos não pagam. No dia da abertura oficial do evento (24/07), com show de César Menotti e Fabiano, o ingresso custará R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia-entrada). Já a entrada na minifazendinha custa R$ 7. 
Fotos: Site Brasil Hipismo / Reprodução.

Durante 11 dias, a expectativa dos organizadores é que passem pelo local mais de 150 mil visitantes, movimentando cerca de R$ 9 milhões em negócios gerados nos leilões, shoppings de animais e vendas diretas entre os criadores. Cerca de 1.500 animais oriundos de todas as regiões do país vão participar da exposição.

Com o intuito de garantir o bem-estar dos animais na exposição, os organizadores proibiram a utilização de chicotes na apresentação dos animais com até 36 meses. Além disso, somente participarão da exposição animais com idade superior a 18 meses.  Já os expositores que apresentarem maus tratos serão retirados de pista e desclassificados.

Vale ressaltar que, recentemente, a presidente Dilma Rousseff sancionou a Lei nº 12.975, que declara a Mangalarga Marchador como a raça nacional de cavalos do Brasil. Com origem em Minas Gerais, a raça conquistou o país e conta hoje com 9.000 associados, sendo que Minas Gerais possui 4.500.

Artes Visuais

Para quem gosta de artes visuais, no dia 29 de julho, terça-feira, às 16h, haverá um coquetel na 33ª Exposição Nacional Mangalarga Marchador para abrir a exposição “Felinos em movimento”, da escultora Vânia Braga. A exibição, que faz parte da programação social coordenada por Ana Cristina Marquito, conta também com a participação da artista contemporânea Cristina Barrancos, que leva alguns dos seus principais quadros abstratos.

Ao todo, devem ser expostas dez peças da escultora e oito quadros de Cristina. “Estas esculturas retratam posições de ataque ou de sossego à beira de um lago a saciar sua sede e, pachorrento, outro se estira descansando em posição de fera distraída”, explica Vânia.
Fotos: TV Globo / Reprodução.

Entre as principais obras da artista estão os cinco felinos expostos na 14ª edição do Big Brother Brasil, da Rede Globo, e o buldogue inglês Elvis, do sertanejo Cesar Menotti, que ganhou popularidade após participação do cantor no quadro Medida Certa, do Fantástico.

Outros destaques são o monumento, em tamanho real, em homenagem ao médium mais famoso do Brasil, Chico Xavier, em Pedro Leopoldo (MG), além da escultura Maternidade, sua primeira obra a se tornar monumento público, no Aeroporto Internacional Tancredo Neves (Aeroporto de Confins), em BH.







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Wander Veroni
Jornalista


21 de julho de 2014

"Império" estreia com a missão de recuperar o interesse do público pela novela das 9

segunda-feira, julho 21, 2014 - Nenhum Comentário


Com a missão de recuperar o interesse do público da faixa das 9, a Rede Globo estreia nesta segunda-feira (21/07), logo após o Jornal Nacional, a novela Império. Escrita por Aguinaldo Silva e com direção-geral de Rogério Gomes, a trama promete resgatar os elementos clássicos de um folhetim mas, desta vez, utilizando duas vilãs e um anti-herói. Para ver o trailer exclusivo da novela, clique aqui.

Império conta a história do pernambucano José Alfredo de Medeiros (interpretado por Chay Suede na 1ª fase e na posterior por Alexandre Nero) que decide ir para o Rio de Janeiro atrás do irmão para tentar uma vida melhor. Chegando na cidade, ele se apaixona perdidamente pela própria cunhada, Eliane (Vanessa Giácomo), mais velha do que ele, que é esposa do seu irmão, Evaldo (Thiago Martins).

Por sempre nutrir inveja da irmã Eliane, Cora (Marjorie Estiano) faz de tudo para impedir que a irmã viva esse amor proibido. Ela arma um plano para que Evaldo saiba do caso extraconjugal, fazendo com que Eliane não consiga se encontrar com José Alfredo na rodoviária, numa fuga que o casal apaixonado tinha combinado.
Foto: GShow / TV Globo / Reprodução.

Mas é na rodoviária que a vida de José Alfredo muda. Bastante triste por achar que a amada preferiu ficar com o irmão ao invés de fugir com ele, o rapaz chora copiosamente sozinho, sem saber para onde ir. Até que ele encontra Sebastião (Reginaldo Faria), que pede para que ele conte a sua história e, no final, lhe convida para trabalhar como segurança.

Mal sabia José Alfredo que eles estavam indo para um garimpo, no interior do Brasil, mais precisamente no Monte Roraima. No local, ele descobre que Sebastião trabalha com a venda de pedras preciosas e, por um golpe do destino, José Alfredo que não tinha nada passa controlar um esquema de venda de diamantes e, no futuro, dono de uma cadeia de joalherias, um verdadeiro império que pode ser diluído por conta da ganancia dos filhos e da ex-esposa Maria Marta (Adriana Biroli / Lilian Cabral).

Além disso, Império terá um núcleo popular apostando em histórias do subúrbio onde vive, por exemplo, a família da protagonista Cristina (Leandra Leal), filha bastarda de José Alfredo, e a manicure Naná, interpretada por Viviane Araújo, campeã da quinta edição do reality show A Fazenda, na Rede Record.
Fotos: GShow / TV Globo / Reprodução.

A novela ainda terá quatro personagens homossexuais: o blogueiro venenoso Teo, interpretado por Paulo Betti; Ailton Graça, que vive o cabeleireiro e líder comunitário Xana Summer; e José Mayer, que interpreta o cerimonialista Claudio Bolgari, que tem um caso extraconjugal com o jovem Leonardo de Souza, vivido por Klébber Toledo.

Opinião

Depois do fiasco de Em Família, a novela Império chega no horário nobre com uma missão muito difícil: recuperar o público que fugiu da TV aberta nesta faixa. Parece complicado, mas a Globo está se cercando de todos os cuidados possíveis para que a próxima novela de Aguinaldo Silva consiga, pelo menos, se fixar na casa dos 40 pontos de audiência.

Por isso, Império já nasce bastante antenado com o que funciona e o que não funciona no público. O próprio Aguinaldo Silva afirmou isso em uma entrevista ao site do jornal Estadão que as redes sociais – em especial o Twitter, são uma forma de ter feedback do público em tempo real, sendo um importante instrumento de mensuração.
Foto: GShow / TV Globo / Reprodução.

Há dois anos, quando Avenida Brasil estava no auge, muitos autores vieram a público falar o quanto a novela tinha sido inovadora por propor a tão cobrada agilidade nas histórias cercadas de ganchos dramáticos e reviravoltas. Mesmo com todo esse feedback – por teimosia ou estilo, os autores que vieram na sequencia não conseguiram captar esta nova demanda do público.

Usuário das redes sociais e blogueiro, Aguinaldo Silva é um dos poucos roteiristas da seleta faixa das 9 que acompanhou e semeou muitas discussões em torno deste assunto e tem agora, a oportunidade, de mostrar que pode sim fazer um novelão clássico sem inventar a roda, mas sem fazer com que o público ande em círculo na mesma história. A sorte está lançada!






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Jornalista

Rosana Hermann apresenta o conceito de Geração “PAI” no YouPIX 2014

segunda-feira, julho 21, 2014 - Nenhum Comentário


Neste último final de semana (18, 19 e 20 de julho), aconteceu em São Paulo o YouPIX 2014. Trata-se de um evento que tem como proposta principal personalizar as principais discussões e tendências da internet brasileira e mundial. Como não pude ir ao evento este ano, acompanhei pela internet - sobretudo, graças as postagens nas redes sociais, os debates e as muitas palestras que aconteceram por lá.

Uma das palestras que mais me chamou a atenção foi o conceito de Geração “PAI”, apresentado pela jornalista, blogueira, roteirista e professora, Rosana Hermann, que trabalha como diretora de criação do R7. A proposta dela era apresentar uma discussão em torno da Pressa, Ansiedade e a Impaciência (três palavrinhas que originam a sigla P.A.I). 

O curioso é que estamos o tempo todo na cobrança de velocidade, como se tudo fosse para ontem. Chega a ser cruel a velocidade com que os internautas curtem, compartilham e descartam um assunto, um link, uma música ou um vídeo. Como acompanhar a velocidade destas mudanças?

Tudo é efêmero para a Geração “PAI”. Todo mundo está querendo abraçar o mundo de uma vez, assobiar, chupar cana e cantar enquanto está online. Quem nunca se pegou fazendo mil e uma atividades durante o tempo que lê um e-mail, responde um tweet, curti uma postagem, sobe uma foto nova no Instagram e pensa no próximo post do blog?

Eu faço isso sempre, inclusive na TV e nos livros. Já me vi várias preferindo assistir um determinado programa on demand via internet do que esperar para passar na TV. Quando não gosto de um livro ou acho que o assunto está mal desenvolvido já vou para o final do capítulo. Porque estamos com tanta pressa? 

E esta "pressa" também está presente no dia-dia: se um amigo começa contar um caso interminável, a pessoa já começa querer reduzir qualquer diálogo em 140 caracteres. Tem gente que não tem paciência para ouvir e outras que tem dificuldade de estender um assunto porque já pensa de forma editada, condensada e curta.

Porque estamos correndo tanto? Porque virou crime fazer uma coisa de cada vez? O fato é que queremos ganhar esse tempo que nunca chega e que fica ali, só no mundo etéreo, esperando para ser usado alguma vez na vida ou não. Isso vai nos aliviar de quê ou do quê? Será que um dia vamos usar todo este tempo que sobrou?

Como solução, Rosana Hermann sugere que façamos uma lista manuscrita, utilizando papel e caneta mesmo. Toda vez que cumprir o que foi proposto, risque. Isso é uma forma de saber como administrar o tempo e mostrar que, por mais que sistematizamos o tempo no relógio não podemos ficar refém das horas, sem aquela neura do coelho do filme da Alice no País das Maravilhas. Keep calm, galera! Tudo tem o seu tempo.





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Jornalista



20 de julho de 2014

"Em Família" chega ao fim com rejeição do público e como a pior audiência da faixa das 9 da Globo

domingo, julho 20, 2014 - Nenhum Comentário
Fotos: TV Globo / Reprodução.


Paciente. Não tem outro adjetivo melhor para definir o telespectador de Em Família, da Rede Globo. Trata-se da novela das 9 que nunca aconteceu e só ficou na promessa. Divulgada como a última novela de Manoel Carlos, a trama trouxe uma das Helenas mais chatas da história, além de mostrar uma enorme perca de prumo na trama principal.

Como engolir a história de amor da filha com o ex-namorado da mãe e do assassino do pai? Foi demais. Nem mesmo as tramas paralelas da novela salvaram. Por exemplo, o casal Clarina custou para ter a história desenvolvida. Alguns núcleos não aconteceram, como o do Asilo, que mais serviu como figuração de luxo.

Nem mesmo o mistério final que o autor quis colocar para saber se Juliana matou mesmo a Gorete foi desenvolvido com a nuance necessária. Tudo ficou ali, no superficial, como se a novela fosse uma eterna crônica. Até o Leblon, bairro ícone das histórias do autor era citado, mas não era mostrado: apenas imagens de cartões postais do Rio de Janeiro. Definitivamente, não parecia uma novela de Manoel Carlos.

O autor que é conhecido pelos seus ótimos diálogos, perdeu a mão naquilo que é mais importante em uma novela: uma história com ganchos dramáticos possíveis e credíveis. Nem mesmo a promessa de vilã de Branca e de Shirley se concretizou. Tudo ficou raso. A impressão que fica é que Maneco precisava mesmo era de uma supervisão de texto, de um outro colega que conseguisse injetar mais ação e menos crônica contemplativa.
Fotos: TV Globo / Reprodução.

Do jeito que foi escrita, Em Família parece mais uma novela das 6 do que das 9. Tudo era muito poético e distante da realidade do povo brasileiro que não se via na história. Nos grupos de discussão que a Globo promoveu, um dos pontos mais críticos da novela era justamente esse: a classe C não se via na novela. Com isso, o personagem Jairo, de Marcello Melo Jr., viu seu personagem crescer para justamente fazer essa ponte que tanto faltava no público.

Outro ponto crítico de Em Família era a questão das idades dos personagens: como Julia Lemmertz, a Helena da vez, seria filha da Natália do Vale e sobrinha da Vanessa Gerbelli? Fora que a Helena, Virgílio e o Laerte da primeira fase não batiam com a da terceira e última. Pareciam que eram duas coisas diferentes. Ficou muito estranho.

No mais, Em Família se despede do público como a pior audiência de um último capítulo de uma novela das 9 da década, com uma média de 34 pontos, segundo o Ibope. Para se ter uma ideia, a novela Avenida Brasil, de João Emanuel Carneiro, um dos grandes sucessos da TV brasileira em 2012, marcou 52 pontos no episódio final.

O próprio último capítulo nem parecia um último capítulo. A morte de Laerte, de Gabriel Braga Nunes, na porta da igreja por uma personagem secundária aos 45 do segundo tempo, foi a coisa mais sem noção já vista. Definitivamente, Manoel Carlos se despede com uma péssima impressão no público, algo já notado desde Páginas da Vida e Viver a Vida. Maneco não é mais o mesmo, infelizmente.






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Jornalista


#Obituário: Na mesma semana, a literatura brasileira perde João Ubaldo Ribeiro e Rubem Alves

domingo, julho 20, 2014 - Nenhum Comentário
Foto: Site do Jornal A Tarde / Reprodução.


Tem algumas coincidências que são tristes. E, recentemente, o mundo da literatura teve uma dessas. Na mesma semana, em um intervalo curto de tempo, perdemos os escritores João Ubaldo Ribeiro e Rubem Alves. O primeiro uma referência internacional de estudo sobre a sociedade brasileira e o segundo um dos melhores cronistas e filósofos contemporâneos da atualidade.

Dificilmente alguém passou pela escola ou pela universidade sem ler os livros (ou textos) destes dois escritores que, com toda certeza, defenderam as cores, a cultura e a beleza do povo brasileiro. Dentro do universo amplo da literatura, cada um dos dois construiu o seu espaço, mas em comum a discussão social sempre esteve ali, mostrando que é possível ir além.

João Ubaldo Ribeiro faleceu na madrugada dessa sexta-feira (18/07) de embolia pulmonar no Rio de Janeiro aos 73 anos. O velório aconteceu no Salão dos Poetas Românticos da Academia Brasileira de Letras, porém a cerimônia sofreu atrasos por conta da chegada dos filhos do escritor que moram em outros estados e no exterior.

Entre os seus trabalhos mais conhecidos do autor estão os livros “Sargento Getúlio”, “O sorriso dos lagartos”, “A casa dos budas ditosos” e “Viva o povo brasileiro”. Além disso, Ribeiro ganhou em 2008 o Prêmio Camões, o mais importante da literatura em língua portuguesa. Desde 1993, era o 7º ocupante da cadeira número 34 da Academia Brasileira de Letras.
Foto: Site File Magazine / Reprodução.

Apesar de ter formado em Direito, João Ubaldo Ribeiro nunca exerceu a profissão. Além de escritor e ensaísta, ele trabalhou como jornalista, atuando como repórter, redator, chefe de reportagem e colunista do Jornal da Bahia. Além disso, Ribeiro foi também colunista, editorialista e editor-chefe da Tribuna da Bahia.

Já o mineiro Rubem Alves, natural de Boa Esperança, no sul de Minas Gerais, faleceu neste sábado (19/07), vítima de falência múltipla de órgãos, aos 80 anos. Há alguns ele morava em Campinas, na Grande São Paulo. Desde o dia 10 de julho, o escritor estava internado na UTI do Hospital Centro Médico de Campinas com um quadro de insuficiência respiratória, devido a uma pneumonia.

Como educador e ensaísta, Rubem Alves era contrário ao sistema de ensino que prioriza o conteúdo que vai cair no vestibular ao invés de trazer o conteúdo para a realidade do aluno. E esse pensamento ele fazia questão de enfatizar em suas entrevistas, colunas e artigos do qual pudesse entrar neste assunto. Alves também atuou como colunistas da Folha de S. Paulo e professor da Unicamp.

Entre as obras infantis que escreveu estão "A volta do pássaro encantado" e "A pipa e a flor". Alves escreveu também sobre teologia, filosofia, educação, além de crônicas. É autor de "Tempus fugit", "O quarto do mistério", "A alegria de ensinar", "Por uma educação romântica" e "Filosofia da ciência", e diversos outros. Em 2009 ficou em 2º lugar do Prêmio Jabuti na categoria Contos e Crônicas, com o livro "Ostra Feliz Não Faz Pérola", um dos seus livros mais aclamado pelo público e pela crítica.

E você, conhece a obra de João Ubaldo Ribeiro e Rubem Alves? Já pensou em revisitar? Em homenagem a estes dois grandes escritores brasileiros o blog Café com Notícias selecionou duas versões digitais gratuitas de livros destes autores. O primeiro é o livro Viva o Povo Brasileiro, do João Ubaldo Ribeiro, e o segundo é o livro Ostra Feliz Não Faz Pérola, de Rubem Alves. Boa leitura!






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Jornalista


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