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#Carnaval2016: TVs diminuem tempo do Carnaval e tentam passar descontração

Foto: TV Globo / Reprodução. 


Uma coisa é pular carnaval na rua. Ver os desfiles de perto ou sair atrás do trio elétrico. Outra coisa completamente diferente é transmitir esse fervo para o público na TV. É difícil. Principalmente, porque interesse do telespectador por ver o carnaval de São Paulo, Rio de Janeiro ou de Salvador na televisão cai a cada ano. Não que a festa seja ruim, pelo contrário: o desafio é mostrar que aquilo tudo que se vê é tão interessante como se estivesse lá de perto.

Este ano em especial, percebe-se por parte da Rede Globo, um esforço de mostrar que os desfiles das escolas de samba podem ser envolventes e descontraídos. Os apresentadores escalados são carismáticos e se esforçam, por isso é até uma crueldade colocar a culpa do programa não dar a mesma audiência de décadas atrás neles.

Muitas indagações começam a vir. A primeira delas é se o Brasil tem 26 estados e um distrito federal, por que não regionalizar a transmissão do carnaval, ao invés de focar em dois ou três estados? A diversidade regional do carnaval é pouco abordada na TV. Dentro deste contexto, fica mesmo difícil pensar em um modelo que possa inovar na TV aberta, quando pensamos que a informação – principalmente em vídeo, está também disponível nas redes sociais.

Não foi à toa que o Plim-Plim escalou Fátima Bernardes ao lado do narrador esportivo Luís Roberto para comandar transmissão das escolas do grupo especial da cidade maravilhosa, assim como no ano passado. Ao lado dos comentaristas Milton Cunha, Eri Johnson e Pretinho da Serrinha, Tiago Leifert roubou a cena por saber conduzir boas entrevistas e tirar “leite de pedra” das situações.
Foto: Instagram / Reprodução.

Outra ponto interessante foi a sintonia com o Twitter. A palavra #Globeleza ganhou um emoji exclusivo e cada escola tinha uma hashtag na tela, de forma personalizada, numa tentativa da própria TV engajar o público nas redes sociais para a transmissão. Se funcionou ou não, o fato é que os desfiles deram 11 pontos de audiência na TV aberta, mesmo índice do ano passado.

Já SBT e Band passam por um desafio, quase que simultâneo: competir com a outra fatia de telespectadores o interesse pelos trios elétricos de Salvador. Mas, por incrível, as duas emissoras diminuem a cada ano o tempo dado a transmissão, fazendo um recorte entre o que já aconteceu durante a noite com o pouco que ainda se é possível mostrar ao vivo. Sem contar que, para quem tem smarTV, conta com um canal exclusivo no YouTube que também transmite ao vivo os trios elétricos. Ou seja, sempre tem opção.

Já para quem acha que o carnaval é o local do escracho e do ridículo, a RedeTV! oferece o melhor (e pior) disso tudo, com o programa Bastidores do Carnaval que, de tão trash e avacalhado, consegue se tornar uma opção engraçada para quem quer fugir dos desfiles intermináveis das escolas de samba e dos trios elétricos com os mesmos artistas de sempre que estão nas paradas de sucesso. Mas, a pergunta que fica vem da constatação que abriu este texto: será que vale mesmo a pena acompanhar o carnaval pela TV?





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Jornalista


#Carnaval2016: BH se destaca pela programação intensa de blocos de rua



Belo Horizonte já curte o maior Carnaval da sua história. Com mais 1,6 milhão de foliões nas ruas, a cidade tem programação para todas as idades, diversificada e em todas as regiões, com várias opções. Vários blocos caricatos pela cidade e sete escolas de samba desfilarão na Avenida Afonso Pena na segunda e na terça-feira. 

Além disso, artistas mineiros vão se apresentar nos chamados Palcos Municipais, montados na Praça da Estação, na Avenida Brasil e no Parque Municipal. Também haverá um caminhão-palco que levará shows, oficinas de confecção de adereços carnavalescos e brincadeiras para as famílias das nove regiões.

Todas as regiões da cidade estão recebendo uma programação especial voltada para as famílias. Além dos shows, o caminhão-palco leva oficinas de confecção de adereços carnavalescos e brincadeiras. Amanhã as atividades serão realizadas nas regiões Nordeste e Pampulha. 

Na segunda-feira, será a vez da região Noroeste e na terça, dia 9, nas regiões Norte e Venda Nova. Além disso, entre amanhã e terça, o Parque Lagoa do Nado (Rua Desembargador Lincoln Prates, 240, Itapoã) receberá diversas atividades voltadas para as crianças, em uma programação diária que começa às 9h30 e estende por todo o dia.

Desfiles na av. Afonso Pena

A Avenida Afonso Pena receberá na segunda e na terça, respectivamente, os desfiles dos blocos caricatos e das escolas de samba. As escolas disputam os prêmios de R$ 50 mil para o primeiro lugar, R$ 25 mil para o segundo e de R$ 12,5 mil para o terceiro. Já os blocos concorrem ao prêmio de R$ 25 mil para o primeiro lugar, R$ 12,5 mil para o segundo e R$ 6,25 mil para o terceiro.

A abertura do desfile dos blocos, às 19h, contará com uma demonstração do corso carnavalesco, tradição da história do Carnaval da cidade, com desfiles de carros antigos. Já o desfile das escolas de samba contará, em sua abertura, às 18h, com a apresentação do Afoxé Bandarerê, grupo litúrgico-cultural fundado com o intuito de abraçar a comunidade afro-cultural e levar para as ruas a alegria dos terreiros.

Blocos de Rua

Uma das grandes atrações do Carnaval de Belo Horizonte nos últimos anos, os blocos de rua transformaram a festa na capital em um fenômeno social de alcance nacional. 




Para este ano, cerca de 200 blocos farão aproximadamente 260 desfiles pela cidade até o dia 14. A estimativa é que 1,3 milhão de pessoas vão participar destes eventos. Veja abaixo a programação de blocos de rua para todos os dias da folia:

Domingo (07/02)

BLOCO DOS DADOS
Concentração: 17h
Rua Tomé de Souza, 860, Savassi

CIDADE NOVA PIRÔ
Concentração: 17h
Praça Guimarães Rosa, Cidade Nova

TURMA DO SAMBA DE VINIL
Concentração: 17h
Rua Ceará, no Dalva Butiquim, Funcionários

Segunda-feira (08/02)

BLOCO GAROTAS SOLTEIRAS
Concentração: Rua Rio de Janeiro 1.411, Centro, às 18h. 

BRUTA FLOR
Concentração a partir das 8h30 em frente ao Centro de Referência da Mulher Vítima de Violência, na rua Hermilo Alves, no Bairro Santa Tereza. 

BOM BLOQUIU
Concentração às 10h na Praça da Bandeira, bairro Serra.

BEIÇO DO WANDO
Concentração às 10h na Rua dos Aimorés, 6, Funcionários.

GAROTA, EU DESÇO A CALIFÓRNIA
Concentração às 10h na Praça Alaska, Sion.

BAINAS OZADAS
Concentração às 11h na Praça da Liberdade, Funcionários. 

UNIDOS DO BARRO PRETO
Concentração às 12h na Rua Juiz de Fora, Barro Preto.

VAI TOMAR NO COOLER
Concentração às 13h na Rua Ceará, 1568, Funcionários.

CORTE DEVASSA
Concentração às 14h na Rua Sapucaí, Floresta.

BLOCO DO JOÃO CARECA
Concentração às 15h na Praça JK, bairro Sion.

BLOCO DO GODÔ
Concentração às 15h na Rua Mármore, 30, Santa Teresa.

BLOCO DO ROCK
Concentração às 16h20 na Av. dos Andrades em frente ao Parque Municipal, Centro.

A INÊS É SANTA
Concentração: 14h
Av. Contagem, 567 - Santa Inês

ACADÊMICOS ROSA DE SANTÊ
Concentração: 15h
Rua Bocaiúva, 26 - Santa Tereza

BLOCO BEAGA
Concentração: 14h
Rua Doutor Pedro Pinto, esquina com Rua Cisplatina - Caiçara

BLOCO DA LORA
Concentração: 16h
Av. Fleming, 700 - Ouro Preto

BLOCO DA PRAÇA
Concentração: 14h
Rua Adamina, esquina com Rua Salinas - Bar do Bolão - Santa Tereza

BLOCO DAS PRIMAS
Concentração: 13h
Rua Antônio Falabella, 205 - Santa Terezinha

BLOCO DOS DADOS
Concentração: 17h
Rua Tomé de Souza, 860 - Savassi

BLOCO DOS PESCADORES
Concentração: 12h
Rua Conselheiro Rocha, 2.627 - Santa Tereza

BLOCO SE ESSA RUA FOSSE MINHA
Concentração: 14h
Rua Pium-i, 772 - Cruzeiro

BLOCO SEU VIZINHO
Concentração: 10h
Praça do Cardoso - Serra

CIDADE NOVA PIRÔ
Concentração: 17h
Praça Guimarães Rosa - Cidade Nova

COMANDADOS DO SÃO LUIS E SÃO JOSE
Concentração: 10h
Avenida Coronel José Dias Bicalho, 843 - São José

DAQUI NÓIS NÃO ARREDA O PÉ
Concentração: 13h
Av. Getúlio Vargas, 216 - Funcionários

GAMBÁ NA GAMBOA
Concentração: 10h
Rua Penafiel, 186 - Anchieta

HEI, JOIA?
Concentração: 13h30
Rua Paraíba, 1122 - Savassi

LIBERDADE E ÁGUA LIMPA
Concentração: 14h
Av Brasil, 131 - Santa Efigênia 

ME BEBE QUE SOU CERVEJEIRO
Concentração: 12h
Av. Cristóvão Colombo, 482 - Savassi

PULA PIRATA
Concentração: 12h
Rua Montes Claros, 738 - Anchieta

TIOZÕES DO PAGODE
Concentração: 11h
Av. Augusto de Lima, 1.150 - Barro Preto

XANDAO E OS CABANEIROS
Concentração: 12h

Rua Barão de Sabará, 280 - Madre Gertrudes/Cabana

Terça-feira (09/02)

CARANGUEJO
Concentração: 9h
Rua Dr. Camilo, 202, Serra

DIGA QUE VALEU
Concentração: 9h
Rua Guacuí, 660, Luxemburgo

BLOCO DE CARNAVAL CATÓLICO
Concentração: 9h30
No átrio da Igreja de Santa Tereza, Santa Tereza

JUVENTUDE BRONZEADA
Concentração: 10h
Praça Lions, Floresta

A SANTÊ E OS INOCENTES
Concentração: 10h
Rua Grafito, Santa Tereza

COMANDADOS DO SÃO LUIS E SÃO JOSÉ
Concentração: 10h
Rua Coronel José Dias Bicalho, 843, São José

TROVÃO DAS MINAS
Concentração: 10h
Praça da Liberdade, Savassi

BLOCO MAGNÓLIA
Concentração: 11h
Rua Magnólia, esquina com Av. Catalão, Caiçara

BLOCO DO PESCOÇÃO
Concentração: 12h
Avenida Álvares Cabral, 400, Centro

BLOCO DO THIREY AFOXE ILE ODARA
Concentração: 12h
Av. Pinheiros, 814, Aparecida

BLOCONEJO - 1° BLOCO SERTANEJO DO BRASIL
Concentração: 12h
Av. Prudente de Morais, Cidade Jardim

ME BEBE QUE SOU CERVEJEIRO
Concentração: 12h
Av. Cristóvão Colombo, 482, Savassi

SANDYLEA E DURVAL
Concentração: 12h
Rua Canadá, 102, Sion

XANDAO E OS CABANEIROS
Concentração: 12h
Rua Barão de Sabará, 280, Madre Gertrudes/ Cabana

BLOCO DO BATUQUE ACOLETIVO
Concentração: 12h
Avenida Brasil, 923, Santa Efigênia

CONCENTRA, MAS NÃO SAI!
Concentração: 13h
Praça João Luiz Alves (Pça Marília de Dirceu), Lourdes

DAQUI NÓIS NÃO ARREDA O PÉ
Concentração: 13h
Av. Getúlio Vargas, 216, Funcionários

JESUS TOP DA ALEGRIA
Concentração: 13h
Av. Contorno, 6.342, Savassi

FILHOS DE OLORUM
Concentração: 13h
R. Quimberlita, Santa Tereza

SBC COLETIVO
Concentração: 13h
Rua Francisco da Veiga, 530, Monsenhor Messias

BALAI LAMA
Concentração: 13h
Rua Norita, 01, Santa Tereza

BLOCO BAIANEIROS
Concentração: 14h
Av. Mário Werneck (Shop. Paragem), Buritis

BAQUE DE MINA
Concentração: 14h
Rua da Bahia, 1.201, Centro

BLOCO BEAGÁ
Concentração: 14h
Rua Doutor Pedro Pinto, Caiçara

BLOCO DOS MAGNATAS
Concentração: 14h
Praça da Liberdade, Savassi

BLOQUIM DUBEM
Concentração: 14h
Rua Deputado Bernardino Sena Figueiredo, Cidade Nova

GENOVEVA PAPUDA
Concentração: 14h
Rua Tenente Vitorino, 14, Santa Tereza

BLOCO CANABRAVA
Concentração: 14h
Rua Alberto Cintra (Bar Canabrava), 85, União

BLOCO DA PRAÇA
Concentração: 14h
Rua Adamina com Salinas, 345, Santa Tereza

BLOCO DO CORAÇÃO
Concentração: 14h
Av. Fleming, 900, Ouro Preto

BLOCO DO PEIXOTO
Concentração: 15h
Colégio Arnaldo

BLOCO DOS SÃO LOUCOS
Concentração: 15h
Rua Juiz da Costa Val 345, São Lucas

BLOCO ENCHE MEU COPO
Concentração: 15h
Praça Santa Rita, 10, Esplanada

MARIA BADERNA
Concentração: 15h
Rua Ângelo Rabelo, Santa Tereza

BLOCO ARRASTÃO ELETRÔNICO
Concentração: 16h20
Avenida dos Andradas, próximo ao Parque Municipal

CIDADE NOVA PIRÔ
Concentração: 17h
Praça Guimarães Rosa, Cidade Nova

BLOCO HAJA AMOR / DALVA FOLIA
Concentração: 17h
Rua Ceará, 1.568, Funcionários

BIZARRIE ALEGÓRICA
Concentração: 19h
Praça Sete, s/n, Centro

Quarta-feira (10/02)

CARANGUEJO
Concentração: 9h
Rua Ceará, 2.044, Funcionários

BLOCO DA PAPUDA
Concentração: 10h
Praça da Liberdade, Funcionários

I WANNA LOVE YOU
Local e horário a definir

BLOCO MANJERICÃO
Local e horário a definir






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Jornalista



#SaúdeNoCarnaval: Durante o carnaval, não se esqueça de usar camisinha!



Cuidar da saúde é tarefa para o ano inteiro e durante o carnaval não poderia ser diferente. Para cair na folia com segurança é fundamental usar camisinha em todas as relações sexuais e não compartilhar seringas ou agulhas. Para reforçar a prevenção, a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) distribuirá mais de seis milhões de preservativos para todo o estado durante as festas e preparou um hot site especial com dicas para o folião passar o carnaval de forma saudável: www.saude.mg.gov.br/saudenocarnaval

As chamadas doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) são transmitidas pelo contato sexual sem o uso de preservativo com uma pessoa infectada. Normalmente essas doenças se manifestam por meio de feridas, corrimentos, bolhas ou verrugas, mas nem sempre apresentam sintomas. Se não forem diagnosticadas e tratadas adequadamente, algumas dessas doenças podem evoluir e ter complicações graves. Entre as DSTs mais conhecidas estão gonorreia, sífilis e algumas hepatites. Usar preservativo em todas as relações sexuais (oral, vaginal e anal) é a melhor maneira de se prevenir.

É considerado um comportamento de risco para infecção aquele praticado por qualquer pessoa que tenha relação sexual sem o uso de preservativos, compartilhe seringas e agulhas, ou reutilize objetos perfurantes ou cortantes com a presença de sangue ou fluídos contaminados. Segundo a coordenadora do programa de DSTs/Aids e Hepatites Virais da SES-MG, Jordana Costa Lima, nas festas de carnaval a melhor opção é a prevenção. “Não dá para identificar quem tem o vírus e quem não tem, por isso a melhor saída é usar camisinha”, explica.

Testes rápidos para HIV

Em Minas Gerais, é possível realizar o diagnóstico para HIV através da sorologia anti-HIV que se encontra disponível em todas as Unidades Básicas de Saúde ou serviços ambulatoriais conveniados ao Sistema Único de Saúde (SUS). Também é possível fazer o diagnóstico através do teste rápido, disponível nos Centros de Testagem e Aconselhamento (CTA), presentes em 62 municípios de Minas Gerais. Acesse a lista com a relação dos centros de aconselhamento e testagem (CTA) de Belo Horizonte e Região Metropolitana e Interior de Minas Gerais.


O Teste Rápido é um método eficaz e simples para o diagnóstico de HIV, possibilitando o maior acesso e adesão dos usuários. A realização da testagem rápida é feita por profissionais capacitados para prestar uma assistência integral e de qualidade. Nos Centros de Testagem e Aconselhamento (CTA) também são realizados exames para diagnóstico de sífilis e hepatites.

Exposição ao HIV

Para a foliã ou o folião que considera ter tido a possibilidade de ter sido exposto ao vírus HIV através de uma relação sexual, pelo não uso ou rompimento do preservativo, é necessário comparecer imediatamente a uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA). Um médico fará a avaliação do caso e, se necessário, administrar o tratamento com antirretrovirais. Depois desse primeiro atendimento, o paciente será encaminhado para um Serviço de Assistência Especializada (SAE), para dar continuidade no tratamento.

Campanha de prevenção à Aids e DSTs

Durante o carnaval, a SES-MG desenvolve a campanha “Aids: não dá pra adivinhar quem tem. Neste carnaval, a melhor atitude é usar camisinha sempre”. A campanha será trabalhada com ações de mídia para rádio, internet, rodoviária, aeroporto e outdoors no interior, além da criação de um site (www.saude.mg.gov.br/saudenocarnaval) com informações e dicas para curtir a folia de forma saudável. Também serão distribuídos mais de seis milhões de preservativos para todo o estado, municípios, serviços e organizações da sociedade civil.




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*Por Jéssica Gomes, jornalista da SES-MG.







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Jornalista


#BBB16: Reality show mais popular da TV ainda insiste em se reinventar



Para o bem ou para o mal, o Big Brother Brasil é o reality show mais popular do país e, consequentemente, o de maior audiência. Também o mais amado e odiado pelos telespectadores. São quase 15 anos no ar e 16 temporadas. O BBB mudou junto com a TV brasileira. É um dos programas pioneiros no conceito de transmídia no país e por ter um acalorado debate nas redes sociais durante o seu período de exibição.

Talvez, por essas e outras, que ao chegar à sua 16ª edição o reality ainda insiste em se reinventar. E precisa muito. Principalmente, porque caso o contrário já teria “morrido na praia”. Nesta temporada em especial, a produção entendeu isso e sabe que não pode oferecer ao telespectador uma edição igual a outra, por mais que algumas regras e provas permaneçam as mesmas.

O BBB é o programa que mais tem força na internet brasileira. Durante anos, é o termo mais pesquisado pelos brasileiros. Do mesmo jeito que tem gente que odeia o reality, tem pessoas que são fãs das histórias que são geradas a cada temporada. Histórias. Este é o principal diferencial do #BBB16 em relação às outras temporadas. Os participantes desta edição tem algo a dizer e não se resumem a um monte de aspirantes a subcelebridades. Assista o vídeo de apresentação dos participantes:



Esta mudança de perfil foi decisiva neste ano. Nas chamadas, antes mesmo do #BBB16 estrear, a produção do reality deixava claro que “máscaras” iriam cair durante o programa e que ninguém é o que parece ser quando se está confinado concorrendo a R$ 2 milhões. O voyeurismo de ver como o ser humano se comporta, como age no dia-dia, nas relações humanas, é o que move a atração televisiva e desperta tanta torcida.

Além disso, ouviu o público que não queria só saber de marombados e gostosonas na “casa mais vigiada do Brasil” e resolveu colocar este ano “gente como a gente”. A mudança surtiu efeito e a audiência que estava em queda livre na TV aberta, deu uma sutil animada: manteve os mesmos 24 pontos da estreia no ano passado e tem conseguido 27 pontos nos dias de paredão e eliminação. Confira a seguir as audiências de estreia das temporadas anteriores:

BBB 1: 49 pontos
BBB 2: 28 pontos
BBB 3: 37 pontos
BBB 4: 42 pontos
BBB 5: 46 pontos
BBB 6: 45 pontos
BBB 7: 43 pontos
BBB 8: 37 pontos
BBB 9: 37 pontos
BBB 10: 30 pontos
BBB 11: 34 pontos
BBB 12: 34 pontos
BBB 13: 25 pontos
BBB 14: 30 pontos
BBB 15: 24 pontos
BBB 16: 24 pontos

Opinião

Eu mesmo não ia assistir o #BBB16 este ano. Achei que o programa estava se repetindo demais e a ausência de carisma dos últimos participantes me fez tomar uma certa antipatia. Mas, ao ver o perfil dos participantes resolvi dar uma chance e ver o programa de estreia que resolveu apostar numa mistura de gerações, com pessoas estudadas e que tinham profissões e/ou papeis sociais claros.

Ao escolher pessoas comuns que estão focadas em ganhar o prêmio final de R$ 2 milhões, o BBB volta a sua proposta inicial de ser um reality show de confinamento, onde o comportamento e as histórias geradas naquele simulacro de realidade podem (ou não) conquistar o público e definir um único ganhador. Do jeito que estava antes, com participantes querendo se tornar subcelebridades a qualquer preço, desvirtuava a proposta do programa.

É tanto que as edições mais famosas do BBB são o BBB5, o BBB7 e o BBB10. Edições onde as histórias se prevaleceram em relação a ideia de ficar famoso. Nada contra aos aspirantes da fama. Mas, uma coisa que é preciso ficar clara que é para se ter sucesso é preciso trabalhar, fazer uma arte, no caso de quem quer ser artista. Estudar e trabalhar não tiram pedaço, pelo contrário: contribuem para o crescimento de cada um.

Neste #BBB16 pode ter uma meia dúzia – ou até menos do que isso, que queiram trabalhar por uma carreira artística pós-reality. Natural. E isso pode ser uma consequência do grau de popularidade conquistado. Mas ao entrar no reality show o foco inicial não pode ser esse. É um jogo cruel em que a sua privacidade é devassada.

O foco no prêmio é o grande chamarisco para participar de uma experiência tão intensa. Até porque, as redes sociais estão aí para mostrar que qualquer um pode se tornar famoso por expor a vida pessoal. Ir ou não para o BBB pode mais atrapalhar do que ajudar. Tempos modernos e mais reflexivos.





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Jornalista

19ª Mostra de Cinema de Tiradentes discute conflitos sociais contemporâneos

Foto: Leo Fontes / Universo Produção. 


Nove dias de programação, 117 filmes de 14 Estados, 57 sessões, 25 seminários, 10 oficinas, 495 convidados e 35 mil pessoas alcançadas pela força do cinema brasileiro. Estes são números que reafirmam a 19ª Mostra de Cinema de Tiradentes como uma das principais vitrines da produção audiovisual do País. Famosa pela pluralidade e diversidade, a Mostra se destaca no cenário do cinema contemporâneo e há tempos é referência para amantes e operários da sétima arte.

Seminários, debates, oficinas, exposições, lançamentos de livros e DVDs, teatro de rua, shows e performances audiovisuais convergiram continuamente com os objetivos principais do evento: formação, reflexão e a difusão do cinema brasileiro. Dentre os 117 filmes em pré-estreias nacionais e mundiais, foram apresentados 35 longas e 82 curtas-metragens em três espaços de exibição: Cine-Tenda, Cine BNDES na Praça, e Cine-Teatro Sesi.

O impacto econômico do evento na cidade pode ser avaliado por alguns números. De Tiradentes, São João Del Rei e Belo Horizonte, foram contratadas 152 empresas prestadoras de serviços, gerando muitos empregos diretos e indiretos na região. Ao todo, 163 pessoas integraram a equipe de trabalho – entre montadores, agentes de trânsito, limpeza, técnicos, assistentes, produção e coordenação.

A cada ano, a cidade de Tiradentes reafirma o seu potencial para receber eventos culturais. Nesta edição, 21 pousadas e 14 restaurantes foram parceiros da Mostra na recepção dos convidados e turistas. O evento recebeu a cobertura de 54 veículos de imprensa e 72 jornalistas. Em março deste ano, a Mostra de Tiradentes chega a São Paulo, pelo quarto ano consecutivo, numa parceria com o Sesc São Paulo.

Debates

Relacionando a atual situação brasileira de crise financeira e política, as possibilidades de um cinema independente caracterizado pela inventividade de novas formas e a pluralidade de linguagens e geografias percebidos na tela, a Mostra ofereceu um amplo panorama.
Foto: Jackson Romanelli / Universo Produção. 

Destacaram-se diálogos firmes e contundentes que posicionaram as questões em sentidos urgentes, fazendo jus à proposição de que “é preciso haver forças em oposição, contrastantes e até não conciliáveis para, em uma narrativa, os personagens se moverem”, segundo palavras do curador, Cléber Eduardo.

O tema da Mostra Tiradentes deste ano foi o dos “Espaços em Conflito no Cinema Brasileiro Contemporâneo”, refletido nos seminários e em boa parte das produções audiovisuais exibidas na programação. “Não podemos ignorar que as formas de representação dos espaços, em quaisquer épocas, não são operações apenas narrativas, mas também e especialmente políticas”, destacou Cléber.

Para o pesquisdor Hernani Heffner, a efervescência atual das questões mais presentes na pauta midiática trouxe complicações a quem se aventura a fazer um filme: “O diretor muitas vezes se torna um cronista do problema, muito mais do que alguém que achará a solução. A posição do realizador é complicada, porque ele precisa ir atrás de qual conflito filmar e como fará isso, e nem sempre está tudo muito claro”.

Durante um debate, Ismail Xavier, professor e crítico, afirmou que a pauta do mundo, hoje, é marcada pela não concretização dos ideais da Revolução Francesa de igualdade, liberdade e fraternidade. “Os filmes que lidam com espaços urbanos e de maior notoriedade estão naquele exemplo clássico da relação entre favela e asfalto, na ideia dos bolsões, dos territórios onde a ordem de relações de poder não são aquelas de um estado republicano”, disse Ismail. Maria Augusta Ramos, diretora de “Futuro Junho”, destacou que todo o seu cinema é pautado pelo espaço e pelas relações das pessoas nesses espaços: “Sem eles, a relação que ela estabelece com aquilo que quero filmar nem sequer existiria”.
Foto: Leo Lara / Universo Produçao. 

Para João Luiz Vieira, professor na UFF (Niterói – RJ), um filme como “Banco Imobiliário”, exibido na Mostra Aurora deste ano, propõe outro tipo de combate e de abordagem, ao se aproximar amigavelmente das figuras que pretende documentar sem deixar de reconhecer seus papéis de opressão e poderio dentro da sociedade. O diretor do longa, Miguel Antunes Ramos, identifica, de fato, a intenção de olhar o processo sem estigmatizá-lo: “O filme surgiu na ideia de se materializar o que seria a construção imobiliária através da linguagem”.

Reflexões

A Mostra ainda teve espaço para reflexões aprofundadas dos limites da criação, em filmes que transitaram por searas indefinidas e enigmáticas, como “Garoto”, de Julio Bressane, “O Espelho”, de Rodrigo Lima, e “Ralé”, de Helena Ignez, enquanto outros mergulharam nas contradições humanas e na violência das grandes cidades, em situações de tensão e medo como vistas em “Jonas”, de Lô Politi, e “Urutau”, de Bernardo Cancella Nabuco. Todos, em suas medidas, ofereceram formas distintas de retratarem os espaços em conflito.

Tais espaços ainda se fizeram representados no Cine-Teatro Sesi, numa série de Encontros com a Crítica, o Diretor e o Público permeados por intervenções relativas a representações de gênero, raça e classe social, mostrando que o espectador está atento ao que vem sendo discutido em instâncias para além da arte.

Alguns debates chegaram a momentos de tensão entre os participantes, como o papo sobre “Jonas”, no qual a diretora, Lô Politi, foi interpelada pela maneira como filmou a protagonista sequestrado pelo personagem de Jesuíta Barbosa; ou nas mesas de “Banco Imobiliário” e “Filme de Aborto”, em que ideias sobre diferenças entre classes afloraram a partir das proposições de cada trabalho.

Num contexto como este, a importância do reconhecimento a Andrea Tonacci veio em momento perfeito, por se tratar de um artista referencial a toda esta geração e que já toca em vários destes temas há anos, em filmes imprescindíveis como “Bang Bang” (1970) e “Serras da Desordem” (2006). Este último, aliás, abriu a programação, ao completar dez anos desde sua pré-estreia no mesmo Cine-Tenda. “Um tributo como esse faz a gente pensar na responsabilidade do que faz, em como o trabalho da gente chega até onde nem esperávamos”, disse Tonacci.
Foto: Leo Fontes / Universo Produção. 

Numa mesa de debate sobre sua obra, Tonacci contou de seu processo criativo, afirmando que está sempre em busca da imagem que lhe seja inédita. “Se eu penso numa imagem e identifico que ela já existe, então eu falhei e preciso recomeçar”, disse.

“Viver um filme é viver uma experiência que é da tua condição humana, da sua vida, ela só faz sentido se você conhece esse sentimento”. Ao seu lado, a montadora e parceira, Cristina Amaral, completou: “Estar com ele é encontrar esses momentos de revelação, de quando o filme acontece”.

Prêmios

Na noite de sábado, dia 30 de janeiro, o filme “Jovens Infelizes ou um Homem que Grita não é um Urso que Dança”, produção paulista de Thiago B. Mendonça, foi o grande vencedor do Troféu Barroco de melhor longa-metragem da Mostra Aurora, na escolha do Júri da Crítica da 19ª Mostra de Cinema de Tiradentes. Exibido na sexta-feira, dia 29, a produção acompanha um grupo de jovens numa São Paulo cheia de conflitos sociais e urbanos.

“Ver esse trabalho sendo recebido da maneira como foi aqui, demonstra que a gente pode utilizar o cinema para as nossas lutas”, disse Thiago, no palco do Cine-Tenda. “Dedico este troféu ao Movimento Mães de Maio, que continuam na batalha diária lá em São Paulo”.

O Júri da Crítica também premiou um curta-metragem da Mostra Foco. O escolhido foi “Noite Escura de São Nunca” (RJ), de Samuel Lobo. “Acredito num cinema de invenção e de criação. Foi um privilégio exibir o filme aqui em Tiradentes, ainda mais tendo ganhado esse prêmio”, celebrou o cineasta, no agradecimento.

Por sua vez, o Júri Jovem – formado por cinco estudantes universitários entre 18 e 25 anos – avaliou os longas da Mostra Transições. O escolhido foi “Tropykaos” (BA), deDaniel Lisboa. “Eu não esperava ganhar, então não preparei nada para falar”, brincou o realizador, agradecendo parte da equipe de seu filme, que estava presente no Cine-Tenda.
Foto: Leo Lara / Universo Produção. 

Pelo Júri Popular, os vencedores foram o longa “Geraldinos” (RJ), de Pedro Asbeg e Renato Martins; e o curta “Madrepérola” (RS), de Deise Hauenstein. O Prêmio Aquisição Canal Brasil foi para o curta-metragem “Eclipse Solar” (ES), de Rodrigo de Oliveira. Abaixo, confira a lista de vencedores:

Melhor curta pelo Júri Popular: “Madrepérola” (RS), de Deise Hauenstein
- Troféu Barroco
- R$ 5 mil em serviços de iluminação da Ciario
- 20 horas de mixagem do CTAV
- R$ 8 mil em serviços de finalização da Mistika

Melhor curta da Mostra Foco pelo Júri da Crítica: “Noite Escura de São Nunca” (RJ), de Samuel Lobo
- Troféu Barroco
- R$ 5 mil em serviços de iluminação da Ciario, acessórios e maquinários
- Empréstimo de câmeras do CTAV
- Duas diárias de correção de cor e master DCP para até 20 minutos da Dot Cine.

Melhor curta pelo Canal Brasil: “Eclipse Solar” (ES), de Rodrigo de Oliveira
- R$ 15 mil do Canal Brasil

Melhor longa da Mostra Transições pelo Júri Jovem: “Tropykaos” (BA), de Daniel Lisboa
- Troféu Barroco
- R$ 8 mil em iluminação, acessórios e maquinário da Ciario
- R$ 10 mil em pós-produção da Cinecolor
- R$ 15 mil em pós-produção da 02 Pós

Melhor longa da Mostra Aurora pelo Júri da Crítica: “Jovens Infelizes ou um Homem que Grita não é um Urso que Dança” (SP), de Thiago B. Mendonça
- Troféu Barroco
- R$ 8 mil em iluminação, acessórios e maquinário da Ciario
- R$ 10 mil em pós-produção da Cinecolor
- R$ 15 mil em pós-produção da 02 Pós
- Master DCP para longa até 120 minutos da Dotcine

Melhor longa pelo Júri Popular: “Geraldinos” (RJ), de Pedro Asbeg e Renato Martins
- Troféu Barroco
- R$ 30 mil em finalização da Mistika






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Jornalista