20 de novembro de 2014

Inscrições abertas para a 3ª edição do Belo Horizonte Social Media

quinta-feira, novembro 20, 2014 - Nenhum Comentário


Nos dias 28 e 29 de novembro, acontece a 3ª edição do Belo Horizonte Social MediaPromovido pela ZOOM Comunicação, trata-se de um seminário para profissionais, estudantes e interessados na área de redes sociais. Para fazer a sua inscrição, clique aqui. Ainda, a programação inclui três workshops na sexta-feira, de 19h às 22h e, diversas palestras com especialistas ao longo do evento.

Para participar dos workshops, basta enviar um e-mail para contato@belohorizontesocialmedia.com.br com o link da Fan Page que administra. Os trabalhos serão analisados por profissionais da área e o prêmio será entregue no dia 29 de novembro, durante a programação no Minascentro.

Nesta edição, a 3ª edição do BH Social Media ocorrerá dentro da Tecnofeira – um encontro de tecnologia para apresentação de trabalhos de alunos do Ensino Técnico, do Colégio Cotemig. Durante o evento, também será entregue o Prêmio BH Social Media de Destaque em Gestão de Redes Sociais.

No primeiro dia, os inscritos poderão escolher entre um dos três temas dos workshops que acontecerão ao mesmo tempo: Monitoramento e métricas – Tendências e perspectivas com a gerente de data intelligence, Mariana Oliveira; Rede sociais no serviço público – Planejamento e conteúdo com o diretor de planejamento e conteúdo da Consultoria Online, Hilário Júnior, ou Redes sociais nas pequenas e médias empresas com Thiago Leite.

A programação do sábado (29/11) começa às 08h com a conferência Uso de redes sociais nas eleições, ministrada por Hilário Júnior e Redes sociais no serviço público com o gerente geral de presença digital da Prefeitura de Recife, Leonardo Mello. 

A manhã segue com a presença do Social Media da Editora Globo, Cristiano Santos, abordando o tema Linkedin como estratégia para empresas, rede social voltada para recursos humanos e que está crescendo muito no Brasil.

Conforme dados do próprio Linkedin, o país já é o terceiro maior em número de usuários na rede e, mesmo assim, ainda existem dúvidas sobre a eficácia dela e como utilizá-la melhor. O primeiro tempo termina com a discussão sobre Redes sociais nas pequenas e médias empresas, com o especialista em marketing B2B, Thiago Leite.

Logo após o almoço, o evento retorna com uma mesa redonda, já tradicional nas edições do Belo Horizonte Social Media, cujo tema será Perfil do Social Media e mercado de trabalho, com a presença de um especialista em recursos humanos, abordando qual a formação e tendências do profissional que trabalha com redes sociais, e a especialista em marketing digital, Cinara Moura, discutindo Social media além do que se vê: gestão de fluxos e de pessoas, seguido de debate com o público.

Antes do intervalo, Mariana Oliveira palestra sobre Gestão de Crise e a editora da BuzzFeed, Manuela Barem, sobre Conteúdo criativo. Após o coffee break, ocorrerá a entrega do Prêmio BH Social Media de Destaque em Gestão de Redes Sociais e a última mesa redonda sobre Twitter, ministrada pela gerente de contas da Bites, Fabiana Parajar. Além dessas palestras com os mais renomados profissionais brasileiros de social media, o evento também premiará as empresas que se destacarem na Gestão do Facebook.









Gostou do Café com Notícias? Então, siga-me no Twitter, curta a Fan Page no Facebook, circule o blog no Google Plusassine a newsletter e baixe o aplicativo do blog.










Jornalista




"Novembro Dourado" quer conscientizar sobre o câncer infantojuvenil

quinta-feira, novembro 20, 2014 - Nenhum Comentário


Muita gente ainda não sabe, mas neste mês acontece também a campanha de conscientização Novembro Dourado. Trata-se de uma mobilização para a prevenção e cuidado ao câncer infantojuvenil em várias partes do Brasil e do mundo. Aqui em Belo Horizonte, a Fundação Sara Albuquerque Costa é uma das pioneiras neste trabalho.

“Dedicamos um mês inteiro para refletirmos sobre os nossos valores, para avaliar sobre aquilo que de fato tem importância pra nós, especialmente sobre os nossos hábitos de vida. O Novembro Dourado pretende alertar a sociedade para uma realidade muito dura que tanto as crianças quanto seus pais passam na luta contra o câncer e em busca da cura”, conta o presidente da Fundação Sara, Álvaro Gaspar Costa.

O nome da campanha foi escolhido para simbolizar a importância de se cuidar das crianças – que “valem ouro”, para um diagnóstico precoce do câncer, fundamental para aumentar as chances de cura. Segundo especialistas, os sinais e os sintomas do câncer infantojuvenil são muito parecidos com doenças específicas da infância: virose, gripe, pneumonia, anemia, entre outras.

Por isso, é muito importante que pais fiquem atentos com a persistência de um sintoma unido a outro, como por exemplo, febre prolongada (não passa com efeito de antibiótico) com manchas roxas pelo corpo (parecida com mancha roxa quando tombamos e criança costuma ter muito por conta das brincadeiras de escola). Normalmente, dois ou mais sintomas são simultâneos e medicação não responde.
Fotos: Divulgação.

Segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA), o câncer é a doença que mais mata crianças a partir de um ano de idade no Brasil. Em 2011, foram quase três mil mortes causadas pela doença em crianças e adolescentes de zero a 19 anos. Ainda. De acordo com o INCA, até o final deste ano, devem ser contabilizados, aproximadamente, 12 mil novos casos de câncer infantil.

Acolhimento

A Fundação Sara Albuquerque Costa nasceu da convivência que os pais da pequena Sara tiveram com a dor e a esperança durante a sua doença, entre 1996 e 1997. O alto custo do transplante de medula fez com que a família, amigos e colegas lançassem uma campanha para arrecadação de recursos. 

A pequena Sara acabou falecendo antes do transplante, em novembro de 1997. Com parte do dinheiro arrecadado ainda em mãos, os pais da menina decidiram usar os recursos para auxiliar famílias que passavam pela mesma dificuldade. 

Dessa forma, em junho de 1998, foi instituída, em Montes Claros, a Fundação Sara para receber e assistir crianças e adolescentes com câncer e seus acompanhantes. Desde 2009, a fundação também mantém uma casa de acolhimento em Belo Horizonte, na Rua Pouso Alto, 285, no bairro São Lucas. Para informações e doações, o telefone é (31) 3284-7690.








Gostou do Café com Notícias? Então, siga-me no Twitter, curta a Fan Page no Facebook, circule o blog no Google Plusassine a newsletter e baixe o aplicativo do blog.










Jornalista



#Carnaval2015: Belotur abre cadastro para os Blocos de Rua de BH

quinta-feira, novembro 20, 2014 - Nenhum Comentário
Foto: PBH / Divulgação.


Até dia 30 de novembro, os Blocos de Rua que quiserem participar do #Carnaval2015 devem se cadastrar no site da Belotur. No formulário online, o organizador do bloco preencherá informações como: local detalhado de onde o bloco se apresentará, data e horário do desfile, estimativa de público de 2014 e previsão para 2015, percurso do desfile, dentre outros dados.

As informações do cadastramento vão facilitar a organização e o planejamento das ações de apoio aos blocos, tais como fornecimento de banheiros químicos, fechamento de ruas, limpeza urbana e segurança. Em 2014, 186 blocos se cadastraram na Belotur e levaram milhares de pessoas para as ruas durante os dias de folia.

Para o Carnaval do ano que vem, a previsão é de que 200 blocos desfilem pelas ruas da capital mineira e que movimente, principalmente, o turismo na cidade, uma vez que pessoas de outros lugares de Minas e do Brasil redescobriram o Carnaval de BH por conta dos blocos caricatos. A divulgação dos blocos de rua que vão desfilar em 2015 só será realizada mediante autorização dos responsáveis após o cadastramento.








Gostou do Café com Notícias? Então, siga-me no Twitter, curta a Fan Page no Facebook, circule o blog no Google Plusassine a newsletter e baixe o aplicativo do blog.









Jornalista



18 de novembro de 2014

#Crônica: Qual é o papel do Jornalista ao reforçar preconceitos na mídia?

terça-feira, novembro 18, 2014 - 2 Comentários


É por meio dos veículos de comunicação que a sociedade consegue se informar sobre os assuntos mais pulsantes. Qualquer assunto pode se tornar uma pauta, mas nem tudo é divulgado ou consegue o mesmo espaço. E sabemos o quanto a nossa sociedade é diversa. Possui diferenças econômicas, étnicas, sociais, culturais, religiosas, políticas, sexuais, de gênero, entre outras.

Mas, será que a mídia consegue dar voz a toda esta pluralidade? Não. Infelizmente, não consegue. Ainda mais quando falamos da realidade do Brasil. Somos um país machista, preconceituoso e misógino. Nos meios de comunicação há uma predominância em dar voz e/ou espaço para o homem e a mulher brancos, quando na verdade mais da metade da população brasileira é declaradamente negra ou parda, segundo o último censo do IBGE.

E porque o grupo que não se encaixa neste perfil é chamado de “minoria”? Isso não seria um preconceito? Dentro deste contexto, o jornalista tem um papel importante: ou ele reforça os preconceitos e estereótipos existentes ou procura mudar esse jogo dando espaço para que esta diversidade apareça na mídia sem parecer piegas ou uma coisa do outro mundo: tratando a diversidade com naturalidade.

Quantas vezes já nos deparamos com reportagens que definem a mulher trabalhadora da construção civil como alguém que também se preocupa com a maquiagem ou com a família? Por que a Parada Gay é noticiada apenas como se fosse um Carnaval fora de época? Por que os negros e pardos tem pouca (ou quase nenhuma) representatividade nos telejornais e na teledramaturgia? 

Por que a nossa presidenta Dilma Rousseff tem que ir à Ana Maria Braga fazer um omelete para melhorar a imagem dela? Ou ainda: quantos de nós já vimos ou ouvimos alguém xingar uma mulher com uma ofensa ligada a algo sexual ou doméstico? É deprimente.
Foto: iStock / Reprodução.

Quem foi que disse que toda mulher tem que casar e ser uma “dona de casa”? Por que alguns homens se ofendem quando uma mulher o ultrapassa no trânsito, dirige melhor do que ele ou entende mais de carro do que ele? Por que separamos tudo em coisas de menino e coisas de menina? Por que toda propaganda de cerveja ou de carro tem que colocar a mulher numa situação de conotação sexual? Se a mulher também dirige e bebe cerveja, porque o foco é a visão masculina?

Por isso o papel do jornalista e/ou do comunicador é tão importante. Muitas vezes, por questões sociais e culturais ligadas a nossa criação e vivência, reforçamos preconceitos não só contra as mulheres, mas contra os negros, os homossexuais e pessoas de outras religiões e etnias. Cabe aos profissionais envolvidos diretamente com a comunicação diminuir as injustiças, as opressões e as desigualdades.

Se analisarmos bem, a mídia ainda trata qualquer feito ou acontecimento importante da mulher, do negro ou do gay como um adjetivo pejorativo nas manchetes. “Mulher ganha prêmio Nobel da Paz”; “Adolescente gay morre espancado”, “Atriz negra ganha o Oscar”. Por que precisamos tantos de rótulos? Será que eles não têm nome e tem que ser lembrados apenas pelos rótulos?

Graças ao Seminário que assisti sobre “Mídia e Gênero”, da jornalista, professora e Mestra, Rayza Sarmento, na pós-graduação de Comunicação e Saúde, da ESP-MG, do qual sou aluno, é que comecei a pensar sobre isso e pretendo propor a cada dia, na construção das minhas matérias, artigos, crônicas e reportagens um olhar mais inclusivo e acolhedor.

Entendo que isso só vai acontecer com o exercício diário de dar voz ou espaço para a diversidade nas minhas produções jornalísticas. E isso leva tempo, eu sei. E é por isso que quis dividir isso com os leitores do Café com Notícias. Creio que é um ponto de reflexão para todos nós. Só de ter plantado esta “sementinha” na cabeça dos leitores, creio que já valeu a pena! É hora de mudarmos o olhar e celebrar a diversidade.








Gostou do Café com Notícias? Então, siga-me no Twitter, curta a Fan Page no Facebook, circule o blog no Google Plusassine a newsletter e baixe o aplicativo do blog.










Jornalista



17 de novembro de 2014

#CaféLiterário: Livro "Para-Heróis" conta a história de medalhistas paralímpicos do Brasil

segunda-feira, novembro 17, 2014 - Nenhum Comentário
Foto: Divulgação.


Histórias de fé, perseverança e amor ao esporte. Esta é a proposta do livro-reportagem Para-Heróis, escrito pela jornalista Joanna de Assis, que trabalha atualmente como repórter da SporTV. Lançado pela editora Belas-Letras, o lançamento do livro acontece nesta terça-feira (18/11), às 19h na Livraria Leitura, do BH Shopping. Para comprar o livro, clique aqui.

Na obra, a jornalista reuniu dez dos principais para-atletas brasileiros – tais como Alan, Rosinha, Terezinha, Clodoaldo, Dirceu, Ádria, Tenório, Daniel, Jovane e Mizael, para contar as suas histórias de vida e superação. Joana os acompanhou durante as competições e ouviu suas histórias de vida. Alguns nasceram já deficientes outros tiveram de aprender a lidar com a frustração de ter um membro decepado, por exemplo.

Entre os casos inspiradores do livro, há o de Rosinha, cujo sorriso surpreendeu a escritora. “Uma das pessoas mais felizes que eu já conheci na vida. Sorri por qualquer motivo, sorri porque sabe o bem que faz sorrir. Mostra os dentes brancos que contrastam com sua pele negra brilhante com uma energia de raros. Seus desejos são tão simples que no dia em que foi atropelada por um caminhão, e teve sua perna esquerda esmagada, Rosinha mal chorou”, diz Joana.
Joana Assis faz o lançamento do livro "Para-Heróis", às 19h, na Livraria Leitura, do BH Shopping. Foto: Divulgação.

Em uma narrativa emocionante, há também história do paraense Alan Fonteles, que com menos de um mês de vida perdeu as duas pernas e enfrentou um quadro grave de pneumonia. Hoje, ele é o velocista mais rápido do planeta, desbancando o maior ídolo que a Paraolimpíada já teve, o sul-africano Oscar Pistorius.

O nadador Clodoaldo Silva, por sua vez, reúne vitórias constantes ainda que tenha paralisia nas pernas. Além dos inúmeros pódios, ele cita na obra que a sua maior conquista é a primeira filha, Anita, nascida em 2008. Nos dizeres do tetracampeão mundial de paracanoagem, Fernando Fernandes, “Joanna tem algo a mais, que a torna ainda mais especial: a delicadeza e o olhar de uma mulher que vivencia e ama o esporte”.

Além dele, o jornalista e apresentador do Globo Esporte e do The Voice Brasil, da TV Globo, Tiago Leifert, assina o prefácio do livro. “Paratletas são geneticamente diferentes dos outros humanos. Superiores, eu digo. Pode ser que falte um membro, mas ali dentro daquele corpo há muito mais resiliência do que na média da população (...). O paratleta tem algo de diferente, uma predisposição a fazer o que parece impossível, a reinventar as funções do corpo e do cérebro”, descreve Tiago.








Gostou do Café com Notícias? Então, siga-me no Twitter, curta a Fan Page no Facebook, circule o blog no Google Plusassine a newsletter e baixe o aplicativo do blog.









Jornalista



E-mail Newsletter

Cadastre seu e-mail e seja o primeiro a ficar sabendo o que rola no Café com Notícias

Adaptado por Giselle Carvalho | Imagem Header Crédito Psyho .
back to top