Um evento para debater o futuro do planeta. De 7 a 18 de dezembro, 193 líderes mundiais se reúnem em Copenhague, na Dinamarca, para participarem da COP-15, 15ª Conferência das Partes da ONU (Organização das Nações Unidas). A ideia é propor soluções para salvar o mundo dos perigos causados pelo aquecimento global.
Veja também:
• COP-15 deve propor novo acordo sobre o clima mundial
• Protestos aumentam dentro e fora da COP15
• G1 - Especial COP-15
• Site Oficial Brasil na COP-15
Durante a COP-15, os países emergentes acusaram os países ricos de quererem "burlar" o Protocolo de Kyoto (1997), propondo um acordo mais brando que inclua objetivos de redução somente para os países em desenvolvimento. Caso ocorra algum acordo entre as nações, as novas metas devem entrar em vigor depois de 2012. Confira o videocast sobre o assunto:
Infelizmente, os líderes mundiais não chegaram em um acordo e a COP-15 não trouxe soluções efetivas para diminuir a emissão de gases de CO2 e, dessa forma, diminuir os problemas causados pelo aquecimento global. Clique aqui e confira o post publicado pelo blogueiro Marcos Lemos sobre a frustração na COP-15.
Nos momentos finais surgiu um acordo político incapaz de atender às expectativas de salvar o planeta dos riscos causados pelo aquecimento global que pode aumentar de forma considerável nas próximas décadas - e, quem sabe, se nada for feito, destruir a humanidade.
Insatisfeitos, os países em desenvolvimento, incluindo o Brasil, afirmaram que não pretendem assinar o documento. Todos os países aceitaram trabalhar para não permitir que a temperatura média global aumente mais do que 2ºC até o final do século.
A grande questão que empacou a Conferência é que o texto final não tem caráter jurídico, como queriam muitos líderes de países emergentes. Segundo o acordo, cada país deve apresentar, até o mês que vem, suas promessas de cortes de emissão de poluentes. As negociações devem continuar ao longo de 2010, para tentar um tratado que tenha força de lei e obrigue as nações a cortar emissões a partir de 2012, quando o Protocolo de Kyoto perder sua validade.
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