
O direito a terra e a condições de ter uma vida segura estão garantidos na Constituição do Brasil. Mas, será que é certo pegar algo alheio em nome desse direito? Desde o fim da tarde de quinta-feira (09/04), aproximadamente 200 famílias mantêm ocupação em um terreno de 35 mil metros quadrados no Bairro Céu Azul-A, região da Pampulha, em Belo Horizonte (BH), Minas Gerais, em acampamento liderado pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST), Brigadas Populares e Fórum de Moradia do Barreiro.
Algumas famílias já estão no local há quatro dias, mas a invasão só ganhou notoriedade quando vários veículos de comunicação mineiros resolveram repercutir o ocorrido. Com a chegado do movimento no terreno, outras famílias de vários bairros carentes de BH resolveram participar da empreitada com intuito de também conseguir um lote.
Na noite de quinta-feira, mais de 400 pessoas montaram barracas de lona para reinvindicar moradia, trabalho e firmar acampamento, onde também estão várias crianças e idosos. A Polícia Militar manteve um cerco no local, e conseguiu afastar por volta de 200 famílias que não pertenciam a nenhum movimento, mas que queriam ganhar também uma possível parte do terreno para loteamento.
Na noite de quinta-feira, mais de 400 pessoas montaram barracas de lona para reinvindicar moradia, trabalho e firmar acampamento, onde também estão várias crianças e idosos. A Polícia Militar manteve um cerco no local, e conseguiu afastar por volta de 200 famílias que não pertenciam a nenhum movimento, mas que queriam ganhar também uma possível parte do terreno para loteamento.
Representantes da Construtora Modelo se apresentaram como donos do terreno e tentaram um possível acordo na tarde de sexta-feira (10/04), mas até agora nada foi acertado. A empresa já entrou com uma representação judicial para reassumir a posse do local.
De acordo com atigos moradores do bairro Céu Azul-A, o terreno faz parte de uma antiga fazenda abandonada que está sob disputa judicial familiar. Além disso, muitos moradores pensaram que se tratava de um acampamanto Cigano itinerante devido aos vários carros e caminhonetes que estavam no local e só foram embora com a chegada da imprensa.
De acordo com atigos moradores do bairro Céu Azul-A, o terreno faz parte de uma antiga fazenda abandonada que está sob disputa judicial familiar. Além disso, muitos moradores pensaram que se tratava de um acampamanto Cigano itinerante devido aos vários carros e caminhonetes que estavam no local e só foram embora com a chegada da imprensa.
Já o coordenador do Movimento das Brigadas Populares Joviano Mayer afirma que o loteamento possui dívidas referentes ao IPTU (Imposto Predial Territorial Urbano) e não está registrado legalmente na Prefeitura de BH. Por mais que haja todo um histórico social dentro desse tipo de movimento, será que é certo ganhar um lote no grito, enquanto pessoas honestas trabalham anos e anos para juntar dinheiro para comprar um imóvel?
Fica aqui o questionamento, pois o Brasil possui vários programas sociais, entre eles o de Casas Populares para inserção social de famílias carentes, como o Vila Viva, em Belo Horizonte, que é referência em toda América Latina. Acompoanhe algumas fotos da invasão:





Essa semana eu volto com mais Café com Notícias.
Jornalista
